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... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

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19
Jun07

... grutas de... Alibábá!!!... 2

sherpas

… não é com intenção de continuar o estardalhaço sobre a minha ida a Paris, cidade que gosto, de mostrar que visito, que conheço, que possuo saberes deste e do outro Mundo quando começar a falar de museus dali, doutro lado qualquer!!!… Quando posso, aproveito e espreito, delicio-me com o que vejo!!!... Sinto revolta imensa quando associo a outros Países, certas peças que, por reviravoltas, desvios consentidos, vendas por faltas, enganos trafulhas, por outros pulhas que tudo compram a quem não tem, quando conseguem mediante habilidades mil, quando expõem, depois… com desfaçatez, o que lhes não pertence!!!...

 

… arqueólogos lhes chamam, investigadores bem cultos, espécie de Indiana Jones sem chicote ou… com pistola e tudo, fantasias de Spielberg, entretenimento fictício, realidade bem diferente na actualidade!!!... Quase por acaso, numa construção, numa escavação, numa obra que necessita de fundações profundas encontram qualquer coisa, esgravatam, limpam, ajustam algumas falhas, atiçam o olhar, comparam, investigam, catalogam e arrumam nas grutas já cheias de relíquias antigas, valiosas, impressionantes, pedaços permanentes de história de civilizações distantes, esvaziadas por obra e arte doutros mais lestos, não tão perfeitos, que se apoderaram, simplesmente!!!...

 

… não pretendo achincalhar esses espaços universais, onde podemos apreciar de tudo um pouco, de todas as partes… expostos em estantes, vitrinas resistentes, vigiadas com eficácia, juntinhas, descritas e legendadas de acordo, deslocadas da origem, pequenas, insignificantes, antiquíssimas, valores enormes, incalculáveis… outras de maiores dimensões, gigantescas e desajustadas nos lugares onde os põem!!!...

 

… enfim, arrazoados meus que, depois de espremidos… como dizem por aí, dão em nada, manias de pessoa com alguma idade que gosta de colocar no papel as suas insatisfações, as suas impressões e conjecturas, os seus receios, os seus anseios!!!... Tudo isto a propósito dumas devoluções de peças antigas ao seu legítimo dono, notícia do semanário Sol… que me encaminhou para recordação de conversa tida e mantida no Centro George Pompidou com rapaz argelino, emigrante de terceira geração, perfeitamente integrado… como tantos de outras nacionalidades, ao sabor dum francês fluente e semi-esquecido, dele e meu, respectivamente!!!...

 

… conversa à toa, como gosto… sobre tudo, sobre nada, afagamentos mútuos das nacionalidades de origem, reconhecimento do País que o alberga, com certas regras, sem políticas de permeio!!!... Veio à tona a questão do “obelisco” na Praça da Concórdia, desenquadrado, distanciado do seu irmão gémeo!!!... Claro que a cavalo dado… não se olha o dente e quem manda, manda bem ou mal, por vezes!!!...

 

“Outra história interessante é a do Obelisco de Luxor que tomou seu lugar em Paris, na Praça da Concórdia, depois de mais de dois anos de viagem em um navio construído para suportar suas 320 toneladas. Foi um presente do vice-rei do Egipto... O outro obelisco fica na entrada do Templo de Luxor, no Egipto.”

 

… é como um dedo humano atirado para o céu, bem erguido na vertical… mendigando perdão doutros tempos mais sangrentos, na Concórdia dos Republicanos Franceses, só por isso ali o admito mas… quem sou eu???...

 

Durante a Revolução Francesa, a estátua do rei Louis XV foi destruída e a praça chamada de place de la Révolution. O novo governo nela erigiu a guilhotina em 2 pluviôse an I (21 de janeiro de 1793). A guilhotina servia de lembrança sinistra à nobreza do passado, quando a place de Grève era utilizada pelo poder para executar os criminosos diante de todos, como um espectáculo edificante. No auge da revolução, 1 343 cabeças foram cortadas até o mês de Maio, entre elas a do rei Louis XVI e da rainha Maria Antonieta. Testemunhas afirmaram então que a praça era vermelha de sangue. Outras pessoas que lá foram guilhotinadas foram Madame du Barry, Antoine Lavoisier, Danton ou ainda Robespierre. Com o fim do Terror, o governo começou a chamá-la place de la Concorde no ano IV (1795), e o nome tornou-se oficial em 1830.”

 

… que eu saiba ainda não foi reclamado… quem dá e tira, não é verdade???... Ao invés daqueles disparates que conheço, perante os quais, quando visitei… pensei, em Paris, em Londres, no Louvre, no Museu Britânico, grutas de Ali Bábá, convenhamos!!!... Sherpas!!!...

 

 

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