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... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

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10
Set08

... entre "fábula" do tradutor e... realidade q´existe!!!...

sherpas
"Com a serenidade e a firmeza que lhe são habituais, Manuela Ferreira Leite traçou no domingo passado, em Castelo de Vide, um quadro tão implacável quanto deprimente da acção do Governo, contextualizando a gravíssima responsabilidade dos socialistas no exercício do poder executivo em nada menos de dez dos últimos 13 anos.

Na verdade, não é preciso um grande esforço de memória para nos lembrarmos de que esse já era o magno problema nacional quando o PSD chegou ao Governo em 2002. O tremendo buraco negro tinha sido criado pela governação socialista entre 1995 e 2002. O breve interregno social-democrata atacou o problema de frente, mas não teve tempo nem condições para resolvê-lo.
Vasco Graça Moura
escritor
Foi na sequência dessa herança ruinosa dos governos socialistas de Guterres que veio inscrever-se, a partir de 2005, uma perversa modalidade de expressão da maioria absoluta, apoiada numa máquina altamente eficaz cujos custos de funcionamento vão sendo suportados pelo contribuinte.

Trata-se da política de dilapidação e propaganda do Governo Sócrates.

O Governo Sócrates pode tirar patente na matéria. Nunca se despenderam tão ingloriamente e tão levianamente tantos recursos nacionais. Nunca se fez tanta propaganda de um modo tão descarado. Nunca se fez tanta política irresponsável com um sentido de impunidade total.

Manuela Ferreira Leite teve ensejo de apontar a degradação da actividade política, a perda de confiança por parte dos cidadãos em relação aos políticos, a falta de seriedade, de transparência e de espírito democrático com que o partido no poder tem desenvolvido uma acção intimidatória, discriminatória e repressiva que não se confina ao Estado.

Fez uma denúncia impiedosa do quadro de esbanjamento irresponsável de recursos e da actividade política como manifestação circense, isto é, como série de peripécias e de espectáculos dispendiosos e sem resultados palpáveis, mas pagos por todos nós para maior propaganda socialista e para consolidação de um Governo que tem falhado sistematicamente os objectivos que se propunha ou que vai anunciando.

Esse é um quadro em que a ficção, quando não o delírio, tem vindo a substituir-se progressivamente à realidade, em que os anúncios pomposos se sucedem sem qualquer correspondência efectiva que os traduza em factos, em que as promessas são pó verbal inconsistente, em que as áreas que exigiriam uma correcta e fundamental intervenção do Estado se têm vindo a esboroar, com consequências inevitáveis e dramáticas no tocante à economia, ao emprego, à justiça, à educação, à saúde, à segurança, etc., etc.

É um quadro em que reformas que não chegam a ser feitas são promovidas como se o tivessem sido, em que têm vindo a falhar todos os grandes projectos e em que o País continua de rastos por obra e graça dos seus governantes impávidos.

Manuela Ferreira Leite foi muito clara ao enunciar que o PSD não aceita, o que o PSD pretende, o que o PSD irá fazer.

Mostrou que a época dos parlapatões e dos fala-barato tem de ser ultrapassada e que o tecido económico e social tem de ter outro tratamento político e técnico. Exigiu ao Governo contas rigorosas e justificações de vantagens para o País no tocante aos grandes projectos de obras públicas. Exigiu que o Governo apresente estratégias quanto a outros pontos nevrálgicos da vida nacional, nomeadamente a segurança pública.

Não se ouviu todavia, nem se ouvirá, o que deveria ter sido dito imediatamente a seguir. Nenhum porta-voz do Governo declarou que essas contas e demonstrações iriam ser apresentadas em breve. Muito menos se ouviu qualquer garantia de reforço das condições de segurança de pessoas e bens.

Na verdade, da banda do Governo, não se ouviu rigorosamente nada que desse resposta às questões levantadas. E esse é que é o silêncio mais extraordinário. Os socialistas vão pagar muito caro essa falta de resposta a questões cruciais.

Amanhã, o Governo Sócrates só ficará referenciado nos manuais de história como um governo que se especializava em fazer operações stop para a televisão."
... in DN!!!...
... não será bem uma "fábula", antes um "conto" da Carochinha com fitinhas, historieta da Branca de Neve com os sete anões ou uma Cinderela injustiçada!!!... Não sei bem de que período fala, do cavaquistão, da coligação do que fugiu, do Governo que não existiu, o do "menino guerreiro", das roubalheiras dos que nada eram e são banqueiros de gabarito, empresários de estalo e sucesso, forrados e à sombra dos que os albergam, ainda, dos que prevaricaram e deram escândalo, injustiçados porque perdoados ou arquivados, dos influentes e amigos que permitem todo e qualquer disparate, amigos do peito e do jeito???... Cada um que tire as suas ilações do "La Fontaine" de trazer por casa, anãozito d´abanar a cauda a ver se lhe calha mais uma vez!!!... Agora... dá-lhe para isto!!!...
"Arfante de expectativa, a pátria aguardava o discurso de Manuela Ferreira Leite. Não a pátria toda. Contrariando a gravidade que o momento reclamava, o Público, embora pouco propenso à ironia, fez uma manchete com agudo e jocoso sentido: "No discurso da rentrée, parte do PSD foi ver aviões." É um comentário demolidor. Não sei se justo. Lamentavelmente não fui convidado a assistir às instrutivas sessões da Universidade de Verão. Mas, se o título não é justo, lá que parece, parece. Pelo que assisti, nas televisões, a intervenção da presidente do PSD foi uma bocejante chatice.

Além de nada dizer que sobressaltasse as almas, a senhora é desprovida de convicções, de paixão, de fulgor, de compromisso vital, de empatia, de simpatia e de persuasão. Também escutei, nas rádios com "antena aberta", as opiniões de portugueses. Vinte e quatro horas após o sinédrio de Castelo de Vide, as pessoas ainda estremeciam de assombro. Digamos que 98 por cento dos intervenientes reduziram a subnitrato a fúnebre oração. Não creio que todos os radiouvintes discordantes fossem comunistas, como acusou, severo e cruel, um participante, que se confessou admirador de Salazar e de Portas. Este hábito de se etiquetar de comunista todo aquele que desacorde é outra singularidade da nossa escassez de convivência cultural. E resulta na hirsuta confusão que habita na cabeça daquele pobre sujeito.
Baptista-Bastos
escritor e jornalista
b.bastos@netcabo.pt
Se o discurso de Manuela Ferreira Leite foi uma pungente manifestação da astenia por que passa o PSD, a intervenção de Jerónimo de Sousa, na Festa do Avante!, embora excessivamente longa e repetitiva, não deixou de reflectir a imagem de um homem convicto, impulsionado pela razão que lhe assiste, por discutível que seja, marcado pelo fogo de um entusiasmo que tem muito a ver com o desejo, e empolgado pela ideia de um pensamento optimista. Goste-se ou não. Esteja-se ou não de acordo.

Manuela Ferreira Leite é, em todos os aspectos, e com perdão da palavra, um frigorífico. Com outro revés: não possui nenhuma ideia nova, não apresenta nenhum projecto, não expressa nenhuma característica de mudança. O que poderia suscitar um curioso estudo das anti-relações linguísticas e ideológicas entre as duas identidades políticas perdeu-se nessa espécie de crise da razão que percorre a sociedade portuguesa em geral - e que existe entre o insulto soez e a ignorância crassa.

Devo dizer que me não congratulo. O esvaziamento, cada vez mais acentuado, das variantes clássicas debilita as possibilidades do jogo democrático. E o cenário fixo de um partido sem antagonista, perpetuado no poder por inexistência de repertórios opostos, com encenações negociadas consoante as situações - vai corroendo, letalmente, o regime. E atinge todos os partidos. Todos."
... in DN!!!...
... duas cabeças, duas sentenças, duas visões!!!... Uma, de desconfiar porque dependente de quem lhe pagou, lhe proporcionou boa vida, gostou do que já provou, pretende mais ainda, cego pela militância, vendo rosas onde só há espinhos e agruras, confundindo passado, péssimo historiador, enganador e arreigado àquele bocado que não presta, vazio e sombrio, incompetente e irresponsável q.b. com provas dadas e... que provas!!!...
... outro... com pensamento de esquerda, sem militância conhecida, parte do POVO que é, q´admiro e com quem me identifico, quando analisa o que vê, o que ouve, o que lê, na realidade que todos constatam, tendo pena como eu do que se vai desfazendo aos poucos num regime de alternância que não existe!!!...
... o laranjal está esgotado... só tem comentários escritos e comentadores mais visíveis nas televisões das perversões, audiência paga, claque própria para aplaudir, tentando convencer os tansos, bacocos que ainda se vão com cantigas destas, parecidas ou maiores, quando disparadas e disparatadas!!!...
... nada melhor do que traçar uma bissectriz ao que se nos apresenta... pensar um pouco e escolher, fazendo juízo próprio do que temos, nestes dois ângulos adjacentes, bem diferentes no conteúdo!!!... Mais palavras... para quê???... Enfim!!!... Sherpas!!!...
... à portuguesa!!!...
 

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