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... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

24
Jan12

... obesidade!!!...

sherpas

... certamente que está gordo,

acumulação de prebenda eclesiástica,

mordomia avultada de crente,

conforto,

senis, caducos vorazes,

miúdos mais q´incapazes,

sucessão na TENTAÇÃO,

TUDO por causa do TER,

TUDO por causa do QUERER,

espargindo miséria, dolo,

considerando inepto, tolo,

decompondo, com denodo,

 

fazendo razia, incúria,

mantendo raiva, fúria,

cometendo disparate,

não tendo inclinação, qualquer arte,

tendo cartão, fazendo parte,

 

orquestrado por carcomidos,

vultos mais que perdidos,

comprado, mais que vendido,

dando por tuta e meia,

escapando da cadeia

polvo que alcança TUDO,

aranha diligente, teia,

 

agarrando um MUNDO perdido,

brincando com o inimigo,

jogando em CASINO passado,

fugindo, dando recado,

guardando grande bocado,

 

sociedade que se interroga,

desiludida,

tão apostática,

por exemplos tenebrosos que comporta,

quando se importa,

não acomoda,

 

não activa,

procedimento de qualquer instituição,

mansidão que se cultiva,

brandura quanto aos costumes,

hábitos que s´arrastam,

tempos idos,

espécie de maleita,

maldição,

mesmo sem cheta,

sem tostão,

 

contristados, mal conduzidos,

mantendo obesidade do que nos pesa,

sombreada por ladainhas,

por rezas,

por manhas, por rinhas,

caridade que não é normal,

ocultação que se desmesura,

mais avulta, sem cura,

 

parceria que se mantém,

lugar de topo que s´ocupa,

fundação, como pretexto,

neste ou n´outro contexto,

 

avental bordado a oiro,

loja que é comunhão,

mais ou menos organização,

vedada a pobres mortais,

segredos que são enlevos,

imoralidade, como pertença,

não há mal que se não vença,

 

restrito número, elementos,

quanta algaraviada, avença,

quanto encobrimento, segredo,

quanta gordura, desperdício,

quanta imoralidade, arbítrio,

 

flatulência que produz,

pobre pavão convencido,

odores q´inundam TUDO,

nariz torcido, imundo,

arrecadado, tão perdido,

 

senil, em contraluz,

obcecado por umbigo que tem,

não lobriga

mais além,

tendo mais olhos que barriga,

 

pagando quem não tem culpa,

como norma que s´instituiu,

desde que a democracia surgiu,

mantendo todo que avulta,

pagando com cerzes e justas,

acalmando todas as lutas,

 

ajustando agulhita que vai,

cosedura, cerzidura,

compostura,

mantendo fatinho impecável

de tanta, tanta criatura,

obesidade que nos pesa,

entristece, não tem cura,

 

sobejos que vão arrecadando,

mantendo segredos, meandros,

paraísos que persistem,

nomeiam de vez em quando,

prometendo medidas avulsas,

promessas que são esquecidas,

estropiando mentes, vidas,

 

confortos que asseguram,

que duram,

tanto perduram,

encosto de muitos coisinhos,

esquecendo bandos,

acalentando bancos,

fazendo POBRES,

PEQUENINOS...  Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}

 

03
Jan12

... patriota!!!...

sherpas

… em TEMPUS tinha HISTÓRIA,

tinha exemplo,

arranjados de momento,

episódios de espantar, guardava o que ia lendo,

aprendendo,

seguindo séculos de vivências,

compêndios que repassava,

cronistas d´época, diziam,

testemunhos de actos,

relatados,

companhia permanente nos estudos que fui fazendo,

memorizando,

crescendo,

 

considerando guerreiros, heróis, santos,

façanhas, grandes proezas,

de remate, sem contestação,

sobre os mares, em fortalezas,

leituras épicas, preparação,

puro recreio, tal o gosto que sentia,

visionando o que lia,

 

paradeiros estranhos, animais desconhecidos,

gentes de bom e mau feitio,

peles acobreadas, escuras,

mulheres formosas, deidades,

inspiração, dádiva dos DEUSES,

ninfas que o protegiam,

sossegavam,

quando, por cansaço ou assombração,

soçobravam,

perante horrendas criaturas,

monstruosas,

assim escrevia,

o perseguiam nas tormentas,

feras passagens,

vãos esforços,

valentia,

 

excelências,

símbolos de toda uma NAÇÃO,

 

não me contentei de viver nela, morri com ela,

terras de Kibir, sonho de rei criança,

com ele, morreu a esperança,

fragor da batalha, corpo esvanecido na voragem,

patriotismo de poeta,

como homem,

 

cobiça de tanta cabeça,

terras mui distantes,

longínquas,

amor tão vivo, maior que a TERRA,

recanto de tanta guerra contra o mouro, o castelhano,

relembra feitos d´antanho,

quando afastado dela,

narrando o inenarrável,

quanta dor, saudade,

orgulho de pertencer a tal gente,

em boa verdade,

tão pequeno se sente,

perante

memória viva, tão distante,

 

rimas prontas, bem profícuas,

sonhador que deixou obra,

burilou como entendeu,

misturou tudo que tinha,

mitologia com crença,

conhecimento,

visão, quando presença,

compondo um monumento,

tal como a viu,

descreveu,

LUSA desdita, grande feito,

descobrimento,

 

igual aos CÉUS, DEUSES distintos,

assim proclamava,

apontando POVO tão valente,

entoava,

quando, silencioso, relia escritos,

folhas diversas, pergaminhos,

 

quando assentia,

guardava,

memória

de Trajano ou de Corinto,

imperador,

filho de ZEUS no OLIMPO,

no imaginário, um portento,

senhor de muito conhecimento,

adulando reis de poder imenso,

levado por entusiasmo,

grande amor que tinha,

saudade que o consumia, enquanto ia e vinha,

pressente, de corpo inteiro,

arrostando vida nas naus,

servindo,

 

quando compilava epopeia,

livro magistral, reverência,

imaginativa descrição,

quanta lágrima, emoção,

seguidismo, na perfeição,

obra de grande mestre,

 

pecadilhos irreverentes

perante santos inocentes,

sábio na pena, na espada, conquista de mulher bela,

assim no-lo mostram quando o descrevem,

quando o mostram na tela,

 

branco, cinzento, quase negro, voltas que a vida lhe deu,

por terras do DEMO penou,

quando, num recanto, gasto, bem vivido,

parou, pensou, escreveu

tudo que lhe vinha ao pensamento,

puxou de argumentos que tinha,

enrolou,

arrolou quanta personagem, em chusma,

recordou,

 

sem uma vista, perdida em África,

em confronto com o 
Mouro,

quanta sorte,

escapando da morte,

continuando desdita,

pairando por Goa,

nos confins do Império,

terras de Macau, gruta que foi refúgio,

berço do seu empenho,

escritos maiores,

referência aos seus amores,

aventuras e desventuras de todo um POVO,

 

morreu de novo,

 

regresso com penúrias várias,

atribulações,

breve excerto dum patriota verdadeiro,

apontamento meu,

sem pretensões,

 

não se contentou em viver nela,

morreu com ela… Sherpas!!!...

 

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