Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

... coisas do Sherpas!!!...

... comentários sobre tudo, sobre nada... imagens diversas, o que aprecio, críticas e aplausos, entre outras coisas mais!!!...

31
Jan10

... bobos de... todos os TEMPOS!!!...

sherpas

… por senda sombria, escusa,
entregue a pensamentos, solitário,
com traje de mendigo, farrapos,
se arrasta, prestimoso,
triste figura, disforme, confusa,
num passo miúdo, pressuroso,
levando no seu regaço, relicário,
mensagem de suprema valia,
com destino certo, preciso,
uma deusa, uma simples musa,
alguém, por quem se sente idiopatia,


entrega, esperança de quem a envia,
utilizando préstimos de tão vil criatura,
naco de gente, serviçal sem viço,
nódoa, réstia, escravo, mensageiro,
indigno de tal missão… alcoviteiro!!!...

… caminha rápido no sendeiro,
cumprindo recado, levando encargo,
um escrito, palavreado de enlevo,
carta de amor, tempos de alvor,
época recuada, cavaleiros, donzelas,
fidalgos, vilanagem,
tanta criadagem,
tontos, bobos… cobertos de andrajos,
sombras escuras, tantas penúrias,
caminhos, percursos, ignomínia, ocultação,
vidas, sem vida, incúrias,


medos com dores, assombração,
corpos sem mente, rasgo demente,
figura que se arrasta, que leva uma carta,
de pouca monta, sem ser… sem nada!!!...

… bobo, gargalhada a tempo inteiro,
quando no castelo, bufarinheiro,
uma espécie de animal doméstico, rafeiro,
cão de estimação, diversão,
sem lugar certo, quando desperto, cabriolando,
depenicando restos das comezainas,
fazendo gestos, piruetas, brincando,
usando o gesto, o jeito, arruaça,
metendo, na altura, aquela graça,

fazendo rir, serviçal dilecto,
abobalhado, sendo esperto,
enrolado aos pés de quem o sustenta,
pouca coisa, uma sobra, uma sombra,
uma gargalhada sonora… de quem o alimenta!!!...

… algo que não existe, um bobo, uma diversão,
que espanta, que assombra,
que só serve para fazer rir,
como mensageiro… um alcoviteiro,
ao serviço, sem vida, sem viço,
andrajoso, calcando caminho, pelo sendeiro,
ligação entre cavaleiro, donzela,
aproximação… escapadela!!!...

… tal como na idade média,
apesar dos anos, apesar dos tempos,
ainda existe gente intermédia,
por vezes me confundo, momentos,
quando vejo escudeiros,
quando oiço vozearia, sons de adagas, de elmos,
de armaduras, de escudos,
quando vejo bandeiras, brasões,
cortesãs, palafreneiros,


em casa dos senhores feudais, os mesmos,
tal como nos capitais, donos dos mundos,
tão actuais, tão cheios de ilusões,
fazendo dançar, fazendo cantar,
ouvindo tocar os menestréis,
artistas puros… hábeis!!!...

… produzindo sons de adufes, de pífaros, flautas,
no intervalo dos combates, das lutas,
tal como no terreiro, aquando das justas,
cavaleiros com ou sem armaduras,
perante donzelas puras,
no castelo, na vivenda, sentados, barulhentos,
tempos tristes, bem cinzentos,
com mesas fartas, lautas,
com diversão assegurada, no bobo que ri, que serve,
no plebeu humilde, passivo, de libré,
por vezes, alcoviteiro, no seu passo apressado,
dando cumprimento, fazendo recado,


calcorreando sendeiros,
caminhos sombrios, esconsos,
tanto agora, como dantes,
ridículos, abjectos, risíveis, meio tontos,
mensageiros prestimosos,
trazendo no peito, relicário,
como bênção, berçário,
como estigma, o servilismo,
não vislumbrando o abismo,
untuosos… pressurosos!!!...
Sherpas!!!...

 

30
Jan10

Michelle Obama unveils campaign against childhood obesity...

sherpas

Michelle Obama began an official campaign against childhood obesity yesterday by discussing a warning from the First Family’s doctor that her own daughters were becoming overweight. “In my eyes I thought my children were perfect,” Mrs Obama said at an event organised by US health officials to tackle the epidemic of childhood obesity. “I didn’t see the changes.”

 ... in http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article7008978.ece

 

Mrs Obama appeared at the campaign launch outside Washington with Regina Benjamin, the US Surgeon General, who also invoked her own struggles with weight gain to enforce their message. The First Lady, who created a White House vegetable garden with local schoolchildren to encourage healthier eating, was introduced by Ms Benjamin as “everyone’s favourite vegetable gardener”.

 

Mrs Obama, whose star power is being used to try to fight a problem in a country where two thirds of adults and one in three children are overweight or obese, said that the family paediatrician “cautioned me that I had to look at my children’s BMI”, or body mass index. “He was concerned that something was getting off balance.”

 

It is not the first time that the President and his wife have talked publicly about their children’s weight. In November 2008 Barack Obama described how the habits of their children had to change because Malia, 11, had become “a little chubby”. Mrs Obama said that modest alterations to the lifestyle of Malia and her sister, Sasha, 8, had produced results.

 

The girls were banned from watching television on weekdays. They were switched to low-fat milk, and had to cut back on burgers. Portion sizes were reduced. Water, instead of sugary drinks, was put in their lunch boxes. Grapes were placed on the breakfast table, and apple slices sent with them to school. Colourful vegetables were served at dinner. “It was very minor stuff but these small changes resulted in some really significant improvements, and I didn’t know it would,” Mrs Obama said. “It was so significant that the next time we visited our paediatrician he was amazed. He looked over the girls’ charts and he said: ‘What on earth are you doing’?”

 

In his State of the Union address President Obama mentioned his wife’s campaign against childhood obesity. In words that led to a standing ovation for her he said: “I want to acknowledge our First Lady, Michelle Obama, who is creating a national movement to tackle the epidemic of childhood obesity and make our kids healthier.” Mrs Obama urged the audience of congressmen and senators to sit back down. “She gets embarrassed,” Mr Obama said.

 

Kathleen Sebelius, US Health and Human Services Secretary, told yesterday’s launch that the US spends nearly $150 billion (£94 billion) a year fighting obesity — more than it spends on cancer and twice as much as it spent on obesity in 1998.

 

Mrs Sebelius, who added that $650 million of economic stimulus money was being spent on programmes aimed at stopping obesity and smoking, said: “The unhealthier we are the more our healthcare costs will rise and the less competitive we will be globally. We not only have a moral obligation but I would say an economic imperative to make a change.”

 

Ms Benjamin, whose full figure generated debate on her suitability to be Surgeon General after her appointment last year, released a report listing recommendations for preventing obesity, including eating more fruit and vegetables, adding “high-quality physical education” in schools and bringing more supermarkets to low-income communities”. “The number of Americans, like me, who are struggling with their weight and health conditions related to their weight remains much too high,” Ms Benjamin said.

 

aplauso meu para primeira dama... Michelle Obama, dos States claro!!!... Sherpas!!!...

 

28
Jan10

... para quem vive... no INFERNO!!!...

sherpas


… construir, seja o que for,
sobre um monte de escombros,
evoluir, progredir,
ser um rei, ser um senhor,
sobre os corpos, sobre os ombros,
fazer de conta, fingir,
estar de bem connosco,
muito alegre, bem disposto,
vendo o Mundo a ruir,
comer, com fartura,
gozar, ser belezura,
dá vontade… de rir,
olhar à nossa volta,
sentir asco, sentir revolta,


com intenção de fugir,
olhar para o lado,
bem instalado,
não é caso… para sorrir!!!...

… Mundo de desencanto,
da amargura, do pranto,
da ida à Lua, a Marte,
dos enganos, dos imbróglios,
dos dinheiros dos petróleos,
da mentira, pouca verdade,
dos avanços tecnológicos,
dos arranjos, dos negócios,
dos medalhados, dos discursos,
dos convencidos, dos dementes,
poucas coisas, curtas mentes,


homenageados mui difusos,
no meio de tantas discrepâncias,
tantos disparates, extravagâncias,
noutros Mundos, bem diferentes,
onde grassa doença e morte,
gentes de pouca sorte,
tantas vítimas… inocentes!!!...

… um galhinho de privilegiados,
mais sortudos, beneficiados,
com sonhos excelsos, diversos,
enganados, enganadores,
donos da Terra, uns senhores,
tão afastados, dispersos,
dos esquecidos, explorados,
calcados, espezinhados,
lembrados… nestes meus versos!!!...

… tanta diferença, tão pouca crença,
não há mal, que se não vença,
tanto afastamento, meu Deus,
dores alheias, feridas, chagas,
mortes, sangues, com que te afagas,
resguardando os que são meus,
sonhos delirantes,
pesadelos bem distantes,


longe dos olhos, à distância,
ida à Lua, a Marte,
por aqui, por ali, por qualquer parte,
pura vaidade, jactância,
duma pequenina parte,
hipocrisia, péssima arte,
num bocadinho do céu,
recanto de mil encantos,
dum fazedor, dum réu,


no meio de choros e prantos,
neste espaço… que também é meu
refúgio, pouco terno,
para quem vive… no inferno!!!...
Sherpas!!!...

 

27
Jan10

... aparências ou... camafeus!!!...

sherpas

… beleza efémera,
consoante a tempera,
como se espera!!!...

… é bom sabê-las,
compreendê-las,
enquanto as tiveres,
como quiseres,
surpreendê-las,
não contê-las,
vê-las
como nas telas,

… tal como nós,
quando nos damos,
quando as amamos,
mas…

sofrê-las,
como entenderes,
como tu queres???...

… só nas estrelas,
melhor não tê-las,
melhor não querê-las,
embora belas!!!...

… amores com dores,
dissabores,
mau presságio,
desfavores,
triste apanágio,
céu estrelado,
bem no alto,
inalcançável,
detestável…

… como tê-las,
sem sabê-las,
embora belas???...

melhor contê-las,
sustê-las,
mesmo nas estrelas!!!...

… despe minh´alma de amores,
quando deixarem de ser flores,
espinhos amargos,
com fúrias, com travos,
rosas murchas, mais maduras,
não sendo cravos,
não sendo belas,
imaculadas, mais puras,

melhor não tê-las,
lembrança que nos sossega,
nos intriga,
inebria,
quando se partilha
com uma amiga,
a noite, o dia,
velhos, gastos os dois,
simples traços,
como sois,
estrelas do céu,
aparências, camafeus,
aquilo que fomos,
que Deus
nos deu,
préstamo de curto prazo,
não façam caso,
que já… não somos!!!... Sherpas!!!...

 

27
Jan10

Davos arranca en clave de 're' (de alfiler a elefante: el blog)

sherpas
Repensar, rediseñar, reconstruir. Esta es la letanía de Davos este año. La economía, por supuesto. Pero no sólo: las distintas políticas, las instituciones, los sistemas y el mundo. Re es el prefijo de 'reseting', reiniciar, la palabra clave para las nuevas relaciones entre Estados Unidos y Rusia. Pero se puede aplicar a prácticamente todos los campos porque, entre otras cosas, simboliza muy bien dos cosas: la reformulación de la política internacional de Obama durante su primer año presidencial, y el nuevo reparto de las cartas en el juego del poder.
 

... in http://blogs.elpais.com/lluis_bassets/2010/01/davos-arranca-con-el-paradigma-re.html

 ... era ASSIM...

 

El paradigma ‘re’ parte de la previa avería de un sistema que hay reparar. Pero tropieza con la dificultad de su aplicación durante el último año como mínimo. En el Davos de 2009 era el entero capitalismo el que entraba en el sanatorio, otra metáfora de la reparación. Pero por lo que se ha visto un año después apenas se ha conseguido frenar la recesión, mediante montañas de dinero público tan altas como los Alpes suizos, sin que se haya alcanzado todavía la fase siguiente de la recuperación. Sobre todo en lo que afecta a los puestos de trabajo, que se pierden a chorro en estos momentos en buena parte de los países desarrollados.

... continua SENDO... ou NÃO???...

 

La urgencia de la aplicación del paradigma ‘re’ es mucho mayor a la vista de las recientes dificultades de Obama, que confirman errores de cálculo tanto sobre los obstáculos a superar como sobre las propias fuerzas. Este Davos que hoy empieza será un balcón privilegiado para observar cómo se las compone la Casa Blanca después de la derrota electoral de Massachusetts y del enfrentamiento con Wall Street: su Estado de la Nación la próxima madrugada se verá desde aquí con gran interés y será objeto al día siguiente de abudantes debates. Mucho se hablará sobre la frontera entre banca financiera y banca comercial y los límites al tamaño de las entidades, para evitar que el ‘demasiado grande para que se caiga’ (to big to fail) funcione como un seguro fraudulento para prácticas indeseables.

En cuanto al nuevo reparto de poder en el mundo es fácil aventurar las dos líneas que Davos desarrollará, que se pueden sintetizar en la debilidad de los europeos y la emergencia de las nuevas potencias del futuro, los BRIC (Brasil, Rusia, India, China) que algunos consideran BIC (sin Rusia) o BICS (con Sudáfrica). El discurso de apertura, a cargo de un Nicolas Sarkozy en horas bajas y con ansias por recuperar popularidad entre los electores franceses, dará alguna medida de la presencia de la UE en la escena internacional: cabe sospechar que muy escasa; pero ya se verá. El presidente francés seguro que no querrá pasar desapercibido.

La presencia de Lula da Silva expresa muy bien el peso creciente de Brasil y de los otros brics en la feria del poder mundial que es Davos: los sudafricanos, con la promoción de la copa del mundo de fútbol, serán una de las estrellas del encuentro. También estará Zapatero, en dos mesas redondas pero sin que tenga una sesión especial para él sólo, con presentación de Klaus Schwab, el presidente del Foro, como suele ser de rigor con los líderes de moda. Desconozco por qué: si es La Moncloa que busca el perfil bajo o el Foro que no le ha querido dar tanta preeminencia.

Al empezar la crisis, Sarkozy quería refundar el capitalismo, otra jugada 're'. Veremos que nos dice hoy y si le basta con recuperar algo de su credibilidad. Lo que es seguro es que Lula  y los otros emergentes actuarán con el aplomo de las nuevas y buenas bazas que les ha dado el nuevo reparto de poder en el mundo. De Washington a Davos, estos serán unos días pródigos en debates y discursos solemnes sobre como recomponer este mundo nuestro tan averiado y una exhibición del nuevo reparto de cartas, entre los países desarrollados y los emergentes, oriente y occidente, o incluso público y privado.

 

... enfim... só vendo porque "no lo creo"!!!... Sherpas!!!...

 

26
Jan10

... telas... gigantes!!!...

sherpas

 

 

… campos verdejantes, algumas flores silvestres,
salpicos de cores variadas, pinceladas tardias,
dum pintor que se não precatou, adormeceu,
exaurido, esfalfado pelo cansaço, ferido,
flagelações constantes a que foi sujeito,
tela gigante, bocado enlouquecido,
espécie de esfera que dança, cambaleia,
imaginação que se solta, não incendeia,


sonho perdido, projecto ferido,
tintas que não combinam, não afinam,
tumultos de vulto, inquietação permanente,
dádiva que perpassa, rara, escassa,
lucubração que nos ensombra, ofusca,
numa paisagem que ainda deslumbra,
com laivos, com falhas, apontamentos,
nesgas e rasgos, esquecimentos,


artista descuidado, em desvario,
num entretanto, num relance, um desafio,
quando se entrega, procura, quando rebusca,
pincéis que não tem, tintas esquecidas,
já misturadas, cinzentas e pretas,
coisas bem pardas… coisas perdidas!!!...

… sabor da vida, seiva abundante,
sangue que escorre, que brota, faz colorido,
pintura que encanta, que deslumbra, que refaz,
prazer que tem, tela gritante,
verdes de sonho, alegres as cores,
manchas continuadas, molhinhos de flores,
amarelas, encarnadas, azuladas bem vivas,
pintor supremo, artista consumado,
com retoques a esmo, quadro acabado,


Terra da Paz, que faz e refaz,
doce equilíbrio, harmonia inspiradora,
oração profunda, acalmia redentora,
água divina, chuva que cai, rios que correm,
veias bem cheias, corpos brilhantes,
saudáveis, fortes, robustos… pujantes,


magia nos ares, aves que cantam, floresta que resta,
recuperação esfusiante, verdes os campos, dias de festa,
pintor que imagina, cor que atira, tela gigante,
tinta garrida, desvario… bem grande!!!...

… poesia que transborda, música afinada,
dança que volteia, requebro dum corpo,
arte que se faz, luz que ofusca, deslumbra,
que mostra, não esconde, tela pintada,
seres que esquecem, que dormem, descuidam,
espírito renascido, alma dum morto,
maravilha refeita, quanta penumbra,


névoa que passa, sol que desponta,
esperanças que voltam, pouco se cuidam,
cores abundantes, risos e sombras,
leitos que vergam, nos vales, na serra,
águas que correm, quando soçobram,
cascatas que fazem… quando despegam,


quando caem, engolidas pela Terra,
maravilhas inebriantes, de tão fulgurantes,
pinturas dum louco… telas gigantes!!!...
Sherpas!!!...

 

25
Jan10

... colóquios ou... solilóquios!!!...

sherpas

… solilóquio ou monólogo,

não deixa de ser conversa,
mais séria, introvertida,
um intróito, um prólogo,
um prelúdio, um prolóquio,
um começo… não invectiva,
crispação ou descompostura,
algo amarga, que se aviva,
não colóquio,

porque isolado, que perdura,
connosco, sem assistência,
de maior interesse ou… valência,
de quem muito pensa,
na sua própria existência,
na vida dos que o rodeiam,
que enxameiam,
ordenadas formiguinhas,
em carreiros normalizados,
as tais… postas de lado!!!...

… quem muito conversa, pouco acerta,
tal como quem escreve disparates,
com mais ou com menos treta,
toda uma série de dislates,
emproados, pesporrentes,
que, sem estarem isolados,
quase sempre, mais que zangados,
numa luta continuada,
convencidos, apostados,
quando não valem quase nada,
frustrados, bem diminuídos,
de valores, pouco imbuídos,
levados, levados são,
por alheios saberes… em vão!!!...

… solilóquios, podem ser equinócios,
numa igualdade de espantar,
comparando noites escuras,
com dias radiantes, pujantes,
no que se refere a durabilidade,
dura, crua realidade,
quando se não desvirtuam,
não descambam, não se empurram,
enquanto duram, em harmonia,
período escasso, de fantasia,
confrontando o incomparável,


a mentira avulsa, pertinaz,
de gente pouco capaz,
com a franqueza que se põe,
quando se pensa, se monologa,
com verdade mais que absoluta,
quando se não contrapõe,
quando, isolado, se interroga,
sem refrega dissoluta,
sem sujeição a ninguém,
continuando sendo alguém,


num solilóquio clarificador,
equinócio radiante,
mais solarengo, clarificador,
porque, quando se fala consigo,
assim penso, assim atinjo,
nem a fingir,
se consegue… mentir!!!...
Sherpas!!!...

 

25
Jan10

Golpe de Estado silencioso

sherpas

 

Simon Johnson es un prestigioso economista norteamericano que da clases en la escuela de negocios del Instituto Tecnológico de Massachusetts. Nada izquierdista, fue economista jefe del Fondo Monetario Internacional y acaba de publicar un libro, aún no editado en España, titulado 13 banqueros que es una de las críticas más despiadadas a la banca de inversión desde el corazón del sistema, por su papel en la crisis financiera. Desde hace meses circula profusamente por la Red un artículo publicado por Simon en la Atlantic Monthly, titulado "El golpe de Estado silencioso", cuya tesis es que la industria financiera americana ha capturado a la Casa Blanca, lo que explica su poder y lo ocurrido desde el verano de 2007.

 

... in http://www.elpais.com/articulo/economia/Golpe/Estado/silencioso/elpepieco/20100125elpepieco_5/Tes

 

Se plantea quién manda, si políticos elegidos o ejecutivos de la banca

La reacción de Obama, plantando cara en sus declaraciones a los grandes banqueros, no sólo se entiende por las dificultades de los demócratas tras perder el control del Senado, sino por la sensación generalizada acerca del poder sin límites de la banca y por el mal uso de ese poder, a pesar de haber sido multimillonariamente ayudada con dinero público, liquidez sin cuento, avales y compras de activos.


La hartura ciudadana, en medio de una larguísima recesión que conlleva altas tasas de paro y un empobrecimiento de las clases medias, es cada vez más explícita. Si existe un ámbito en el que la protección al consumidor es necesaria es en el de los ahorros de los ciudadanos, en los recursos que disponen ante un futuro incierto.


Muchos no han entendido que el Estado, habiendo entrado mayoritariamente en el capital de las entidades para salvarlas de la quiebra, no haya ejercido a continuación los derechos políticos de las acciones que había adquirido, para evitar los abusos salariales, el riesgo especulativo desmedido, la altanería y falta de autocrítica de sus presidentes en las comparecencias parlamentarias, y la falta de crédito.


Aunque restan concreciones y un calendario explícito para las reformas del sistema financiero y de los mecanismos de regulación, Obama ha anunciado tres grandes ideas fuerza, más allá del fortalecimiento de la Reserva Federal como principal institución reguladora: primero, un impuesto sobre el pasivo, con el objeto de recuperar hasta el último céntimo del dinero público aportado a la banca para su supervivencia; segundo, la separación de las actividades comerciales y de inversión de la banca, recuperando la idea de la ley Glass-Steagall (aprobada en medio de la Gran Depresión), que fue abolida por la Administración Clinton, lo que demuestra que no sólo los republicanos activaron la desregulación financiera que llevó al desastre.


Por último, el troceamiento de las entidades más grandes, aquellas a las que no se puede dejar quebrar so pena de riesgo sistémico; muchos economistas han abierto un debate muy interesante: por qué tienen que ser privadas aquellas instituciones que no pueden caer y han de ser apoyadas por las muletas públicas en caso de riesgo.


La reacción política de Obama, que ha sido apoyada por los dirigentes europeos, sean éstos de extracción socialdemócrata o conservadora, y por la opinión pública mayoritaria, se sustenta en los últimos abusos de la industria financiera: en cuanto las entidades han vuelto a los beneficios supermillonarios han recuperado las prácticas del pasado basadas en una innovación financiera desaforada, con operaciones opacas y fuera del balance; los escandalosos bonus récord a sus ejecutivos, en un momento en que se exigen sacrificios salariales al resto de los ciudadanos; y, sobre todo, la ausencia de líneas de crédito suficientes para empresas y familias.


A ello se le ha unido un elemento coyuntural, pero de claro valor pedagógico: el cobro de comisiones a las transferencias de solidaridad con los afectados del terremoto de Haití (que también se manifestó durante los primeros días en los bancos españoles).


En el fondo de este debate subyace el viejo dilema ya planteado por Max Weber sobre quién manda en última instancia en el mundo de la economía: los representantes elegidos por los ciudadanos o el planeta de los negocios. La hegemonía de la política o de la economía. La gobernanza en tiempos de la globalización.

 

... a BANCA que... "descamba"/CRISE GLOBAL... a BANCA, ah a BANCA!!!... Sherpas!!!...

 

23
Jan10

... Tarantino!!!...

sherpas

 

... fui ver um filme,

sempre gostei, desde miúdo,

desde que me afirme,

vejo a contento... quase tudo,

sinto-me repleto,

mais completo, quando encontro

o que me preenche, me enche,

me satisfaz, ecléctico,

quando me apraz, de pronto,

quando... comigo mexe,


me entretém, me dá algo de novo,

novidade, na imagem, no som, nos efeitos,

no estilo, na montagem,

perfeição, quase sem defeitos,

com directores, uns primores,

intérpretes, com nomes sonantes,

da tela, consagrados, gigantes,

máximos, entre os maiores,

actrizes, actores,

 

bons fazedores de obras completas,

bem orientados,

já experimentados,

estetas!!!...


... vi o Tarantino,

copiador de banda desenhada,

obcecado pela violência, como arte,

tela a branco e negro,

pontuada,

com alguns amarelos, vermelhos,

rosas esbatidos,

com acerto, virtuoso no seu estilo,

tão distinto,

personagens carregadas de simbolismo,


duras, feras, reais,

urbanas, plasmadas,

desenhos de histórias aos quadradinhos,

com alguma ligação,

curtas, mas percebíveis,

bem críveis,

na crueza, na sensação,

no à vontade, com que trata a imagem,

na emoção,

na voragem,

continuidade da luta pela sobrevivência,

em qualquer selva... de betão,

a branco e preto,

sem defeito!!!...


... cidade do pecado,

o local escolhido, o nome do argumento,

do filme que fui ver,

podem crer,

não sou perverso, sanguinário,

normal, apreciador do género,

da maneira de contar uma história,

usando o imaginário,

as imagens, como quadros vivos, fortes, pouco cálidas,

insensíveis, sobre-humanas,

de traços esgalhados a cinzel,

numa matéria morta, destroçada... escória,


matriz, cruz, rosário,

com pinceladas pálidas,

sem expressão, tamanhas,

desenhadas a lápis, a pincel,

tal qual banda desenhada,

quadrinhos lhes chamam os brasileiros,

obra maior, alcançada,

dos que vi, Tarantinos... dos primeiros,

conseguido o objectivo,

bem vivo,

mexeu... comigo!!!... Sherpas!!!...

 

23
Jan10

... vendilhões!!!...

sherpas

 

... saberes que me reduzem,

artes que me alagam, não confundem,

museu que recorda momento mais conturbado,

cidade que se mostra por tanto lado,

diferente doutros tempos recuados,

mais fechados,

guerra que marcou viragem,

revisitar o visitado,

bem conservada na voragem,

não marcou pedra preciosa, afugentou perseguidos,

outro caminho, outro destino na união que se pretende,

passos perdidos, sempre me encontro junto ao rio,

reconstruídas algumas pedras que quedaram fora do sítio,


história que se evoca, adoração aos Deuses, religiões

que se praticam nos vários ritos,

clássicos que soam, entoam, se vendem nos templos,

concertos em locais apropriados,

quatro estações de Vivaldi, teatro de marionetas de D. Giovanni,

Mozart nas partituras que se concretizam,

Bach mais profundo, emotivo,

Shubert, Tschaikowsky, Beethoven, um sem fim,


grande motivo para mim,


íntimo, profundo, som cavo e avassalador dum órgão que soa

pelos recantos da ampla abóbada do templo,

passeio os olhos, oiço, contemplo,

iluminando frescos, ícones perpetuados até à cripta,


que homenagem,


local inapropriado quando se critica,

religião que se enaltece, rendição perante, quase se voa,

alma que se liberta, une ao divino, dinheiro que se entrega, troca,

se ganha, negoceia, mistura que perverte,

encanta, preenche, diverte,


local sagrado,


espaço mais reservado,

cânticos, louvores, honras e bens materiais,

concertos como negócio na casa de Deus,

que fariseus,

hipocrisia mais digna de ateus,

confessos tão abertos

que misturam gáudios, gozos,

ligados a bens terrenais, mais concretos,

não respeitando, dos mortos, eternos repousos!!!... Sherpas!!!..

 

 

22
Jan10

Edlington brothers jailed for torture of two boys

sherpas

Two young brothers who subjected a pair of children to a 90-minute ordeal of beating, torture and sexual humiliation were today sentenced to an indeterminate detention term of at least five years.

 

... in http://www.guardian.co.uk/uk/2010/jan/22/edlington-brothers-jailed-torture-boys

 

There were emotional scenes as the boys, now aged 11 and 12, were led out of Sheffield crown court for the last time. "You evil little bastards, I hope someone does that to you," the mother of one of the victims yelled at the pair, banging on a dividing screen before sobbing.

In theory, the boys could be released from the separate secure children's homes where they are being kept in just over four years, as the sentence dates back to their initial arrest.

 

But the judge, Mr Justice Keith, told the brothers that such was the enormity of their crimes they would not be released before young offender authorities were convinced they no longer posed a threat.

 

Addressing the boys directly, he said "The fact is this was prolonged, sadistic violence for no reason other than that you got a real kick out of hurting and humiliating [the victims].

 

"The bottom line for the two of you is that you both pose a serious risk of harm to others. Your crimes are truly exceptional."

 

The younger boy, wearing a shirt and tie, listened slumped back in his chair, his arms folded. His brother, dressed in a suit, looked down, resting his head on his hand. Neither showed any reaction when they were sentenced.

 

Relatives of the victims shook their heads as the detention terms were read out. The judge refused to lift an order banning identification of the boys.

 

In a case that drew comparisons with the murder of James Bulger in 1993, the brothers encountered the victims, who were nine and 11, at a playground in Edlington, South Yorkshire, on a Saturday morning in April last year.

 

The victims, who had gone out to play on their BMX bikes, were led into semi-wild parkland where they were robbed, punched, kicked and stamped on, stripped, beaten with bricks and branches, choked and burned. They also endured a series of humiliations, many of them sexual.

 

The brothers left them covered in blood, half naked and deeply traumatised at the bottom of a river ravine. The younger boy, the nephew of the other victim, managed to stagger to nearby houses and raise the alarm.

 

The older boy was found soon afterwards, semi-conscious with severe head injuries and suffering from hypothermia. Police believe it was a "miracle" he was found before he died.

The judge told the boys: "I am not going to spell out everything you did to them. That would take too long. But what you did amounted to torture."

 

They "inflicted pain for the purpose of your own emotional pleasure" and showed a "chilling detachment" and lack of remorse, he said.

 

The attackers had been placed in a foster home in Edlington less than three weeks before the attacks after growing up in a violent, chaotic home in nearby Doncaster, a family background described in court as "toxic".

 

Local police and social workers have faced criticism for failing to intervene earlier in the boys' lives, despite their long history of antisocial behaviour and offending.

 

The findings of a serious case review will be published this afternoon. A copy leaked to the BBC found that various agencies missed more than 30 opportunities to intervene with the family.

 

In September the attackers pleaded guilty to grievous bodily harm with intent, after prosecutors reduced the original charges of attempted murder. They also admitted charges relating to the sexual offences and robbery, as well as actual bodily harm on another boy attacked in the same spot a week before.

 

They were sentenced to 30 months detention for the first attack, 18 months for each of the robberies and 24 months for the sexual offences, terms to run concurrently with the indeterminate sentence. The brothers will also be placed on the sex offenders' registers for three and a half years.

 

The judge explained that the calculation for the five-year mark was that the maximum term for any of the individual offences, in the absence of an indeterminate term, would have been 10 years, and that with such a sentence the brothers would have been eligible for possible release after half of this. But he stressed repeatedly that five years was a minimum, and the boys could serve considerably longer if they were still deemed a threat.

 

No family members of the victims wished to comment on the length of the sentence after leaving the court.

 

In a brief joint statement, the families of the two victims said the previous nine months had been "an extremely difficult and testing time".

 

They added: "Hearing the evidence in court during these past three days has also been deeply upsetting for us." Thanking local people, police and medical staff for their help, they asked to now be left in private.

 

This week's sentencing hearing has been the first time the court has heard full details of the attack, a number of which are too distressing to report.

 

A key part of the prosecution evidence was brief video footage shot by the older brother on a mobile phone stolen from the victims. It showed his sibling taunting and hitting one of the boys, whose face was almost entirely obscured by blood and dirt. Some of the victim's relatives wept as it was played in court.

 

Between them, the court heard, the brothers had a long criminal and police record which included attacks on other children, men and women, among them teachers.

The court was told that the two victims have recovered well physically but still suffer from anxiety and nightmares. The younger boy has been affected more, despite his less serious physical injuries, in part due to guilt at leaving the other boy at the scene. Previously well behaved, he has become disruptive and might need psychiatric help, the court heard.

"maus-tratos perpetrados pelos colegas. As vítimas de bullying - um fenómeno que tem ganho algum protagonismo em Portugal - raramente oferecem resistência. E, perante os abusos infligidos, apenas respondem calados, com medo de retaliação."  Sherpas!!!...

21
Jan10

... velas enfunadas!!!...

sherpas

 

… águas paradas, espelho reluzente,

cor do céu, cinzento escuro carregado,

sopro ligeiro que surge, crispar que enruga,

algo se adivinha, sente,

folhas que tremelicam nas árvores,

algumas caem, flutuam, são arrastadas,

enfunam,

qual vela inchada de caravela que ruma,

deixa porto de abrigo, parte à descoberta,

rota diversa, seguindo corrente,

aproveitando o vento,

incógnita que a faz sentir tão só na imensidão oceânica,

amplidão que se desenha, panorâmica,

 

destinos que são interrogação

para quem, logo à partida, acalenta ilusão,

ambiciona, tudo quer,

chegar, vencer, ter poder,


naquele recanto, crispado o charco,

preso por todos os lados,

percurso limitado,

folha que cai, arrastada como vela que se enfuna,


caravela que partiu um dia,

pejada de sonhos, fantasia,

na descoberta do que se não conhecia,

aventura que se alongou,

não preparou, pensou,

decidiu-se logo à partida

levar de vencida

árdua tarefa desconhecida,

numa praia do meu País

que muito me diz,


em busca dum Mundo melhor,

saindo daquele bem conhecido,

a mando, desmando d´alguém,

indo muito mais além,

sofrendo, gemendo,

temendo,


agora focalizado na folha que desliza,

recordo desmesurada epopeia que se concretizou,

enquanto desliza,

ao vento, na água crispada,

folha caída,

qual vela enfunada da barcaça de então,

carregando esperanças, homens com sonhos,

com medos,

lagos imensos, oceanos, segredos,


desventuras que se supriram,

partiram,


façanhas colossais,

homens boçais, artistas, desvelos,

fé do encontro, surdina que não apouca,

pensamento, gente louca,

rumo incerto no horizonte,

caravela como ponte,

ligação que desliza,

caminho que se abre, rebusca,

destino incerto,

tão longe, tão perto,

ofusca,


obrigação, dever dum encargo,

ao serviço dum cargo,

comando,

mais alto, vogando!!!... Sherpas!!!...

 

20
Jan10

... apanágio do meu regozijo!!!...

sherpas

 

… apanágio do meu regozijo,

recreio,

meu devaneio,


oceano de águas paradas,

imensas,

quando pensas,


dias sempre iguais,

tão normais,

casa, emprego,

apego,

família, amigos,

continuidade rotineira,

tempos idos!!!...


… chão molhado, dias de Outono,

chuvada que veio,

quando observas, analisas,

quando intentas,

tristonho,

tal como o tempo,

carregado de sombras escuras,


quando auguras,


ruas estreitas sem saída,

becos tortuosos,

caminhos interrompidos,

bosque cerrado,

pejado de obstáculos,

de feras,


quando menos esperas,


tempestade que se desenvolve,

que assusta,

que amedronta qualquer,

 

quando busca,


uma saída para a vida que faz sofrer,

melancólico,

soturno,

tão rasteiro,

capacho dos que o relegam,


desespera,

um vazio enorme,

quando lhe negam

a sua terra!!!...


… emprego que acabou,

falência que abate,


atmosfera,


soluços que sufocam,

apoucam,

sem sentido,

Inferno que cerca,

que aperta,

cara com que se fica,

destino tão incerto,

tempestade que se avizinha,

tão distinta da vida que tinha,


hecatombe,

 

quando relegado,

desastre,

sociedade com defeito,

sem arte,

mais um posto de parte,

qual a culpa,

qual o pecado,

oceano imenso de disparates,

nuvens negras que encobrem,

bosque cerrado,

caminho com socalcos,

quando partem,

destino incerto,

sem regozijo,

sem devaneio,


não é recreio,


labaredas que queimam,

destroem,

deixam… neste desterro,

incendeiam,

ferem, quando despedem,

machucam,

moem!!!... Sherpas!!!...

 

 

20
Jan10

Las hieles de Irak

sherpas

Los entresijos políticos que precedieron a la invasión de Irak van quedando al descubierto. Un informe oficial en Holanda y una comisión de investigación en Reino Unido, en la que deberá comparecer el ex primer ministro Tony Blair el próximo día 29, coinciden en un punto: la decisión de intervenir en Irak fue previa a los argumentos con los que los protagonistas trataron de justificarla ante sus respectivas opiniones públicas.

 

... in http://www.elpais.com/articulo/opinion/hieles/Irak/elpepuopi/20100120elpepiopi_2/Tes

 

El informe holandés no deja lugar a dudas: el entonces ministro de Asuntos Exteriores, premiado luego con la Secretaría General de la OTAN, Jaap de Hoop Scheffer, manejó el asunto con casi total autonomía respecto del primer ministro Peter Balkenende.

 

En el caso británico, sin embargo, fue Blair quien asumió la responsabilidad de la invasión, con ayuda de su director de Comunicación, Alastair Campbell.El informe holandés y lo que se va sabiendo en la comisión británica coinciden, además, en un segundo aspecto: ambos Ejecutivos manipularon los documentos que recibían de sus respectivos servicios secretos, dándolos a conocer selectivamente.

 

Ni en un caso ni en otro se utilizaron como instrumentos para adoptar la decisión de invadir Irak, sino como medios privilegiados de propaganda a su favor. No fueron los únicos Gobiernos que coincidieron en esta manera de proceder; también lo hizo la Administración estadounidense de Bush, que además trató de condicionar la posición del Consejo de Seguridad pasando por encima del trabajo de los inspectores de Naciones Unidas dirigidos por Hans Blix.

 

Las investigaciones en Holanda y Reino Unido tratan de esclarecer no sólo un escándalo político que afecta a sus antiguos Gobiernos, sino un gravísimo desafío a la paz y la seguridad internacionales que está en el origen de muchos de los problemas actuales y que, para llevarse a cabo, tuvo que burlarse de los procedimientos y los controles democráticos internos.

 

El cuadro de lo que pasó no estará completo hasta que otros responsables de uno de los conflictos más inútiles e insensatos en muchas décadas den explicaciones de qué hicieron y por qué lo hicieron, como el ex jefe de Gobierno español Aznar

 

o el actual presidente de la Comisión Europea, Durão Barroso. En su día quisieron lo que imaginaron como las mieles de las Azores, y se difuminan ahora, cuando llegan las hieles de la investigación.

 

 

... é por isto que... eu DIGO, é por isto que... eu ESCREVO, é por isto que... eu PENSO, é por isto que... eu TEMO!!!... Sherpas!!!...

 

19
Jan10

... abraço desconhecido!!!...

sherpas

 {#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}

... poema, entrega sincera,

nele, tudo se encerra,

dele, tudo se espera,

conversa íntima que temos

quando contamos, quando sofremos,

quando cantamos aventuras, desvarios,

quando tentamos descrever amores,

desafios,

quando entregamos o Mundo

tal como o vemos,


quando o aperfeiçoamos

mascarando o horror,

formoseando lugares de pavor,

terras inóspitas,

desérticas,

figuras carregadas de sofrimento,

esqueléticas,

agruras para tanto desprezado,

que se albergam num verso,

esgar amargo

que disfarçamos com um sorriso,

palavra amiga que enleia,

feliz de quem saboreia,


distingo num poema

que se entoa na solidão dum quarto vazio,

companhia, vontade suprema

que nos enche, nos afaga, nos abraça,

que fica, não passa,

{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}

sinto aquecimento dum corpo, suspiro da alma, alivio,

reconfortante,

aconchegante situação,

doce emoção

para os esquecidos,

sensação dum poeta

que não escreve,

que sente o que lhe dão

na altura certa,

ocasião,


formatos diferentes,

conteúdos idênticos,

aproximação de muitos entes

que se encontram num gesto,

num pensamento,

únicos,

tão cêntricos,

alvos de tudo, não excêntricos,

poema dum homem sozinho,

intento,

profundo alento!!!... Sherpas!!!...

 

 

18
Jan10

... assédio!!!...

sherpas

 

... certas urbanidades modernas,

nas avenidas comerciais que têm,

pedonais, quase sempre,

por acutilâncias também,

do turismo tão dependentes,

obtenção de ganhos tremendos,

negociatas, alguns remendos,

restauração, luxuosas prosternas,

cadeiras condizentes, mesas, encantamentos,

fotos de lamber a beiça,

pratos que nos criam desejos,

quase abraços, quase beijos,

refrescos que nos agradam,

canecas bem cheias, cobiços,

olhares gulosos, sorrisos,


quando abordados, quando passam,

se tornam detestáveis, às vezes,

não cativam, desprezíveis,

palavreados repetitivos,

prelúdio que se prorrogra,

insistência tão incómoda,

desagrada, manda embora

quem não pára, só deplora,


nova maneira de vender,

prostituindo o mercado,

dar o ver por não ver,

fingindo que se serve bom bocado

no mostruário apresentado,

cor reluzente, aspecto,

pensado como projecto,

convencimento arengado,


jovens de esbelta figura,

convite franco mas, encoberto,

tão confuso, tão disperso,

rebotalho com algum traço

pouco definido no espaço,

sensação de logro se tem

quando abordados por alguém

na avenida de tão bom gosto,

esplanada apetecível,

finuras com entrecosto,

pizas coloridas, risonhas,

bebidas que são afrontas,

quando indicas, quando apontas,

repentes, como desilusão,

quando na mesa, já provadas,

te juntas às enganadas

nas urbanidades tão modernas,

restauração, quando te prosternas,

luxuosas cadeiras que têm,

por acutilâncias também,


fazendo lembrar

tempos de luxúria nas ruas,

prometimentos de encantar,

risos alarves, convites,

mãos nas minhas, mãos nas tuas,

venda de corpos, de sexo,

palavras a rodos, quase amplexo,

liberais, quanto a posturas,

grandes centros, capitais,

por acasos, por procuras,

tão repetidas, tão banais,


comparação sem cabimento,

outras alturas, provimento,

obtenção do que se não tem,

vendendo o pouco d´alguém,

alimento diferente, no género,

num quarto, numa cama qualquer,

entre um homem, uma mulher,

como num prato, numa colher,

trespasse do que se pretende

quando se convence certa gente,

acutilância que enlouquece,

que afasta, quase arrefece,


incomodativa pertinácia,

quase riso, simples trapaça

não positiva, na eficácia!!!... Sherpas!!!...

 

18
Jan10

Straw privately warned Blair that Iraq invasion was legally dubious

sherpas

Jack Straw privately warned Tony Blair that an invasion of Iraq was legally dubious, questioned what such action would achieve, and challenged US claims about the threat from Saddam Hussein, it was revealed today .

 

... in http://www.guardian.co.uk/uk/2010/jan/17/straw-blair-iraq-war-letter-chilcot

 

Straw, foreign secretary at the time, gave what now seems prophetic advice in a letter marked "secret and personal", 10 days before Blair met George Bush at the US president's ranch in Crawford, Texas, in April 2002. That was nearly a year before the invasion.

 

In his letter, about which he is expected to be questioned when he testifies at the Chilcot inquiry this week, Straw warned Blair, then prime minister: "The rewards from your visit to Crawford will be few … there is at present no majority inside the PLP [parliamentary Labour party] for any military action against Iraq."

 

Straw warned of two legal "elephant traps". He said, "regime change per se is no justification for military action", and "the weight of legal advice here is that a fresh [UN] mandate may well be required".

 

Despite the warnings, a previously leaked briefing paper for a meeting of the war cabinet in July 2002 states: "When the prime minister discussed Iraq with President Bush at Crawford in April he said that the UK would support military action to bring about regime change."

 

The Chilcot inquiry has heard that the Crawford meeting was crucial. It was there that Blair assured Bush that Britain would join a US-led invasion of Iraq and topple Saddam despite legal advice which noted that regime change could not be justified, according to witnesses.

The inquiry has heard that Blair agreed it was preferable first to pursue UN backing for an invasion.

 

Straw also told Blair before the Crawford meeting that Iraq posed no greater threat to the UK than it had done previously and questioned whether it posed as great a threat as Iran or North Korea. He added that there was "no credible evidence" linking Iraq al-Qaida and that the "threat from Iraq has not worsened as a result of 11 September".

 

Straw continued: "If 11 September had not happened, it is doubtful that the US would now be considering military action against Iraq."

 

As foreign secretary, with responsibility for MI6, Straw would have given his warnings to Blair based on advice from the intelligence agencies. His letter to Blair, leaked to the Sunday Times, questioned the purpose of an invasion. He warned Blair: "We have also to answer the big question – what will this action achieve? There seems to be a larger hole in this than on anything." He added that there was "no certainty that the replacement regime will be better".

 

The Chilcot inquiry has heard how ill-prepared the US and British governments were for the aftermath of the invasion and how ministers prevented military commanders from drawing up plans and ordering equipment so as to avoid alerting the public and parliament that military action was likely.

 

Geoff Hoon, then defence secretary, is likely to be pressed on this when he gives evidence to the Chilcot inquiry on Tuesday. He is also likely to be asked about the attitude of the Treasury under Gordon Brown, who was then chancellor, towards requests for more money from the Ministry of Defence.

 

Hoon can expect to be questioned about why he did not explain that the notorious 45-minute claim in the government's now discredited Iraqi weapons dossier referred only to battlefield biological and chemical weapons and not to long-range missiles.

Hoon said he did not tell Blair and did not correct misleading reports in the media at the time because he found the task of correcting points made in the press to be time-consuming and frustrating.

 

Alastair Campbell, Blair's communications chief who gave evidence to the Chilcot inquiry last week, has written to the inquiry saying he did not want to give the impression that Blair was entitled to say that claims about Saddam's weapons programme were "beyond doubt" even if intelligence chiefs had disagreed.

 

Campbell insists Blair was entitled to make the claim because he believed it was supported by the intelligence.

 

Senior officials responsible for assessing the intelligence, including Sir John Scarlett, then chairman of the joint intelligence committee, have questioned Blair's claim in earlier evidence to the inquiry.

 

The inquiry has revealed that it took evidence from Lt Gen Sir John Reith, chief of joint operations at the time of the invasion, in secret last Friday.

 

A YouGov poll for the Sunday Times said 52% of people believed Blair deliberately misled the country over the war. and 23% thought he should be tried as a war criminal. According to the poll, 49% of people believed Campbell did not tell the truth about the Iraq war at the time and was still not telling the truth, while 31% thought he told the truth as he saw it at the time.

 

... crimes e... criminosos de GUERRA não se perdoam, não se esquecem!!!... Julgam-se e castigam-se, quando com culpas gravosas/mortes e destruições, nos lugares adequados!!!... Quando... levantam inquéritos em casa própria, remexidelas que dão em nada, entretenimentos, APENAS!!!... MEMÓRIA futura... não esquece, lembra a cada momento!!!... Por sociedades justas... que se castiguem os CANALHAS!!!... Sherpas!!!...

 

16
Jan10

... caminhante!!!...

sherpas

 

... ritual da madrugada, em dias de calor intenso,

caminhada que me chama,

me faz levantar da cama,

fulgor jovem, tão imenso,

alguma dose de aventura, sorriso que sempre vejo,

quando me olho, quando penso,

na hora em que me observo,

figura que bem conheço,

no espelho que é meu amigo,

não mostra o que trago comigo,


anos que fui acumulando,

juntando no corpo que tenho,

não somando, fingindo,

desfazendo quando me proponho,

não contando, nem em sonho,

resma deles, bem contados,

problemas, alguns recados,

às escuras, bem guardados,

esquecendo o que me diminui,

engrandecendo o que possuo,

olhando para todo o Mundo

com um sorrisinho no rosto,

quase sempre bem disposto,

mesmo quando na fossa, m´afundo,


para manter, calco passeios de cidades,

calcorreio calçadão,

dou voltas pela minha estória,

passado que já vivi, recordo com emoção

encontro d´ocasião,

bons-dias que me dão,

confraria do bom viver,

antes sofrer do que morrer,

sacrifício de pequena monta,

quando se enfrenta, desconta,

no tempo que passa, percurso,

 


achando graça a quem disfarça,

fazendo dos pés, locomoção,

no seu todo, como uso,

ganhando algum alento

a espectro que m´aguarda,

estando abrigado, a contento

com vida que me deram,

numa dimensão bem diferente,

tão contrária do inocente,

como aqueles que s´aferram

ao que lhes não cabe, por direito,

enganando o incauto, imperfeito,


carradas de ilusão,

conseguem o que sempre esperam,

mais milhão, menos milhão,

{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}

da morte se não livram,

caminham noutra academia,

ginásio do SPA, com piscina,

relvado tão macio, fantasia,

mansas colinas com buracos,

pancadas que vão dando por ali,

regresso ao relaxe no jacuzzi,

corpo dormente k´embala, borbulhante,

gorduras que se desfazem

com massagem,

botão que se carrega,

máquina que s´esforça, carne inerte

que não reverte, só diverte,

 


pouca refrega,

simples entrega,

anabolizante que preenche algum vazio

pançadas de meter nojo,

desaforo sem desafio,

excessos que empanturram

sendo iguais os arcaboiços

que arrastam, não empurram,

mais que tontos, quase ronços,


piscadela que se não dá,

esticadela que s´ajeita,

se compõe, s´enfeita,

cautela do tanto faz,


quão elevados se julgam

nos privilégios que têm,

por eles, pouco pugnam,

quando s´olham,

escaparate brilhante

no notável extravagante,

garra putrefacta que encolhe,

quando mirra, quando tolhe,

tempo que esmiuça tudo,

esfarinha, desembuço,

esfarela, estiola,

esfanece qualquer... carola!!!... Sherpas!!!...

 

15
Jan10

... vagido!!!...

sherpas

 

.... visita grata que tive... ia longa a madrugada,

fim de noite que prolonguei,

visão inusitada,

não sonho, assombração,

inconsciência que reavivou

tempo que passou,

surgiram tantos que foram, não são,

 

terra de mortos, multidão,

caras que recordei,

entre amigos, familiares que m´eram queridos,

quase todos compareceram a uma espécie de reunião,

sem convocatória premeditada,

embalado por doces vagidos,


criança no andar de cima,

choro que clama por mãe,

tão longínquo, despercebido,

algo tiveram com isso,

quando desperto, incrédulo, indeciso,

entre realidade, quase sonho,

quando recordo, me proponho,

querendo, vontade imensa,

que tudo tenha acontecido,


saudade dos meus ausentes,

borrão que vai esvanecendo nesta vida

que s´encurta,

tantos momentos, tantas gentes,

acontecimento, ilusão sentida,

devoluta,

solidão de quem envelhece,

altera rumo, procederes,

tão reduzido nos seres,

agitação permanente,

refúgio de tantos quereres,


família mais pequenina naquilo que nos torna,

água que jorra, entorna,

fonte, nossa ilusão,

tendo conchego, recordação,

apagamento de quem já foi, continua sendo,

fazendo chaga, consolação,

não rejeitando, não temendo,

quando surge, nos esmola,

intensa recordação,


mendigo d´afectos me sinto,

quando me deito na cama,

quando o sonho me premeia com visita inusitada,

reunião sem convocatória,

conversa ao desafio num plano q´é fantasia,


embalado nas asas do vento, recriação,

fruto da minha imaginação


despoletada por choro carente

de criança pela mãe,

feliz de quem a tem,

pouco audível, despercebido,

incontido... doce vagido,

na carícia que se sente!!!... Sherpas!!!...

 

14
Jan10

La cruel historia de un país olvidado

sherpas

El terremoto que ha demolido Haití no hace sino confirmar las premoniciones contenidas en las populares leyes del ingeniero aeroespacial norteamericano Edward Murphy: cualquier situación, por mala que sea, es susceptible de empeorar. Desde el victorioso alzamiento de las milicias esclavas en 1804 contra la dominación francesa, que alumbró la primera república negra de América, el país encadenó calamidades físicas, sociales, políticas y económicas.

 

... in http://www.elpais.com/articulo/internacional/cruel/historia/pais/olvidado/elpepuint/20100114elpepiint_5/Tes

 

Todo se soluciona y se destruye a la tremenda en la mendicante esquina de Latinoamérica: las sucesivas crisis gubernamentales se arbitraron a machetazos, la pobreza, con hambre y migraciones masivas, y los desastres naturales no la borraron del mapa porque lo impidió la ayuda internacional.

 

Sólo los desastres naturales rescatan del abandono al enclave negro

 

Sin el apoyo de los Estados donantes, campan la violencia y la inestabilidad

 

Las sacudidas registradas por la escala Richter en la porción oriental de La Española derrumbaron los restos de una nación de diez millones de habitantes descalabrada por los déspotas, la corrupción, los fracasos, la deforestación, el analfabetismo y enfermedades casi bíblicas. Los 250.000 niños entregados por familias míseras a hogares menos míseros, en régimen de semiesclavitud y desamparo, son una de las numerosas lacras padecidas por el país de origen africano, que se sostiene gracias a los 9.000 miembros de la misión de paz de la ONU, la constelación de ONG.

 

Pero sin consensos parlamentarios y sin el apoyo de los países y grupos donantes, puede la inestabilidad política y la violencia.

 

Sólo las catástrofes rescatan del olvido al enclave negro, y sólo los huracanes del 2008 se llevaron más de 1.000 millones de euros y 112.000 casuchas de Haití, que disfrutaba de cierta estabilidad desde el derrocamiento del cura populista Jean Bertrand Aristide, en 2004, pero que nunca supo o pudo erradicar las causas de su postración. El ingreso promedio apenas alcanza los 600 dólares anuales y más de la mitad sobrevive con menos de un dólar diario. "Y si nos vamos nosotras, ¿quién cuidará a esta gente", comentaba una monja navarra a este periodista en su primer viaje al país, desarrollado en los noventa.

 

Durante aquella visita a Cité Soleil, y en posteriores, incluida la de las revueltas y linchamientos callejeros que expulsaron a Aristide, y arrebataron la vida al periodista español Ricardo Ortega, la insalubridad y hacinamiento de la barriada más miserable de Puerto Príncipe producía arcadas. Los basureros, la inmersión de perolas en aguas sucias, la convivencia de niños y ratas, y la desesperanza y fatalismo de los chabolistas en paro, "¿es fácil entrar en España?", eran deprimentes.

 

A vista de águila, desde la terraza del Hotel Montana, mecidos por el bongo de grupos locales, periodistas, funcionarios y cooperantes extranjeros, decían que el Puerto Príncipe del horizonte era bello, misterioso, legendario.

 

La historia de Haití es excesiva antes y después del látigo colonial francés. Hace 206 años, el general Jean Jacques Dessalines proclamó la independencia diciendo que el Acta de constitución hubiera debido escribirse sobre el pergamino de la piel de un blanco, con su calavera como tintero y la bayoneta, de pluma y entintada en la sangre de los hacendados que se lucraron con la sangre de los suyos. Al año, el patriota se coronó emperador y meses después murió violentamente.

 

Hasta la invasión norteamericana de 1915, se sucedieron 23 tiranos, todos ineptos. La sanguinaria saga de François Duvalier, Papa Doc, duró de 1957 a 1986. Todos tuvieron ínfulas napoleónicas. "¡Aristide es el rey!", gritaban las concentraciones oficialistas en las vísperas de su derrocamiento.

 

Abatida por el amargo futuro nacional, Michèle Pierre-Louis, primera ministra hasta octubre del pasado año, atribuyó a la abyección de las elites haitianas, integradas por mulatos, hombres de negocios, sindicalistas o agricultores, buena parte de los males: "son como un enorme elefante sentado sobre este país, al que no dejar moverse. Y no se puede mover porque no hay una clase política, no hay partidos políticos. Todos se corrompen y pervierten".

 

Washington bajó el pulgar a Bertrand Aristide, acusado de sectarismo y corrupción, porque la Casa Blanca ejerce una especie de protectorado sobre Haití desde que el presidente Woodrow Wilson ordenase su invasión hace 95 años para pacificar sus ciudades, cobrar las deudas del Citibank y enmendar el artículo constitucional que prohibía la venta de plantaciones a los extranjeros.

 

Ni los franceses, ni los Gobiernos de la independencia, ni tampoco el presidente René Preval, al mando desde mayo de 2006, lograron revertir la cadena de reveses promovida por la coalición de hombres y naturaleza: Haití ocupa el puesto 150 de los 177 países del Índice de Desarrollo Humano, la esperanza de vida de sus habitantes apenas alcanza los 52 años, sólo uno de cada 50 recibe un salario, la deforestación arrasó el 98% de los bosques, y los ingresos por sus exportaciones de manufacturas, café, aceites y mango son casi una propina, pues la deuda externa supera los mil millones.

 

Las remesas de los inmigrantes en EE UU son tan fundamentales como envidiado el destino de los compatriotas que consiguieron afincarse en Nueva York o Miami.

 

... DEUS é... um LUXO!!!... Sherpas!!!...

 

Pág. 1/2

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Links

Os meus links

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2007
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2006
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D