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Intervenção no congresso da Ordem dos Economistas
Miguel Cadilhe diz que baixa do défice é "uma grande notícia" mas não as políticas pró-cíclicas
11.10.2007 - 16h01 , Ana Rute Silva


Miguel Cadilhe considerou hoje a baixa do défice público deste ano para os três por cento como sendo “uma grande notícia”. “Devemos cumprimentar o Governo por este resultado, só não cumprimento inteiramente porque não estou de acordo com políticas pró-cíclicas”.

“Mais grave é fazer políticas pró-cíclicas em recessão e temos estado a fazer isso desde 2002”, sublinhou o economista, durante o seu discurso no 2º congresso da Ordem dos Economistas.

O antigo ministro das Finanças precisou que o défice estrutural estará em apenas dois por cento e por isso, sublinhou, o Governo tem espaço para abandonar essas medidas pró-cíclicas.

Miguel Cadilhe defendeu ainda, no seu discurso, uma política de redução de custos, nomeadamente dos custos de contexto. “Digo sim, à redução do peso do Estado através da carga fiscal. Digo sim, a uma política de redução de custos”.

“Defendo convictamente há anos que é preciso reduzir o peso do Estado do lado das despesas correntes primárias e da carga fiscal”. "Digo sim, a usar bem o novo Pacto de Estabilidade e Crescimento, coisa que ainda aguardo em Portugal”, criticou.

“Digo não às péssimas afectações de recursos que temos entre nós há anos. Não tem a ver com este Governo, tem a ver com vários governos", frisou. Miguel Cadilhe ligou esta questão ao novo aeroporto. “Não se vá optar pela hipótese mais cara”, avisou o economista.

Miguel Cadilhe apontou como exemplo “mais flagrante” das políticas erradas do passado a compra de submarinos, cuja actividade “é nula ou negativa em Portugal”. Apontou os estádios de futebol como outro exemplo de péssima afectação de recursos.

O economista lançou ainda alguns dados no seu discurso, afirmando que entre 2001 e 2006 a economia portuguesa cresceu 0,84 por cento ao ano e que o PIB “per capita” divergiu cerca de um por cento ao ano da média da União Europeia a 25, neste caso entre 1991 e 2006.

Para atingir o nível de desenvolvimento da Irlanda, continuou Cadilhe, era preciso reduzir 30 por cento ou mais o rácio de despesas correntes primárias do Estado e despesas com pessoal.

... in Público!!!... 

 

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