Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016

... caravela portuguesa!!!...

... contornei,

senti alguma repulsa,

não pisei,

informe, arrastada por marés,

ali parou seu percurso,

no areal, não assusta,

só descuido, quando colocam os pés,

pode provocar alguma dor,

seja cá,

em qualquer lado, onde for,

 

de cá, para lá,

incerto destino,

invertebrado bem conhecido,

medusa ou alforreca,

da família dos cnidários,

que, quanto maior

mais intensa a queimadura,

que se sente, enquanto dura,

pode matar... porventura,

há quem a compare com certos “humanus”

pela falta d´inteireza, dignidade,

verticalidade

que nos proporciona a coluna vertebral,

nos torna mais normais,

exemplos,

quando nos comportamos,

apesar das marés,

sem causar repulsa,

desapego,

contra marés, contra ventos,

bem assentes no chão,

os pés,

cabecinha em cima dos ombros,

sem maviosidades,

eloquências,

disparidades que s´aventam,

disseminam,

através

dos órgãos de comunicação,

tocava vários instrumentos,

mais de sete,

bastantes,

como certas personalidades conhecidas,

de muito antes,

de muito antes,

grande feito,

enorme defeito,

porque resultado é defeituoso,

na música, quando se tenta,

vai-se a harmonia,

nickles de melodia,

pura cacofonia,

 

multicidade,

som confuso,

baralhação, resultado pernicioso,

tentativa ridícula,

abstrusa,

nada formosa,

quanto oculta,

da mesma família da alforreca,

quando s´estuda,

quando se disseca,

original nome,

meio de locomoção diferente,

caravela portuguesa,

conjunto

de “zooides” com “gonozooides”

ostentando seus gonoforos específicos,

machos e fêmeas

com objectivos precisos,

reprodução,

utilizando o vento,

como meio de deslocação,

em qualquer oceano do MUNDO,

indo ao fim,

indo ao fundo,

não,

não somos originais,

vela latina,

semelhança,

natureza sábia que nos ensina,

para o bem,

para o mal,

assim somos...

em Portugal,

observadores,

atentos,

vamos fazendo,

vamos criando,

abrindo processos, caminhos,

infinitos, escabrosos,

quantas vezes,

tenebrosos,

desde que nos aventurámos,

conquistando o que era dos outros,

mundinho de loucos,

colocando padrão,

escravizando,

vendendo ao desbarato,

abusando do mais fraco,

 

juntando ao de maior VULTO,

lambuzando...

escolhendo o que há de melhor,

pior, na essência,

cruzada,

inquisição,

através da perseguição,

imposição,

botando “bocas” tresloucadamente,

emprenhando através d´olhos,

d´ouvidos,

fazendo “fãs” e...

muitos queridos,

clubistas a sério,

inchando peito,

fazendo CRER,

dando dores,

fazendo MORRER,

 

sobrevivência deste “cadinho”

albergue de tanto “escaninho”

que medra,

se supera,

não liga,

copía, presta vassalagem,

pura sacanagem,

quando “ora” pede perdão,

permissiva religião,

que não dá exemplo,

critica,

instiga

mas... não expulsa,

 

não excomunga,

tal como a “justiça”

que...

não investiga, não castiga...

vi, não pisei,

passei ao lado, contornei,

senti alguma repulsa,

no areal,

não assusta...

da mesma família,

objectivo preciso,

“Caravela Portuguesa”

arrastada pelo vento,

ao sabor da maré,

causa queimadura dolorosa,

incerto destino,

invertebrado,

com cartilagem,

sem cartilagem,

reprodução,

machos, fêmeas,

colónia de zooides

com quatro tipo de pólipos

ou mais...

na “caravela”

não senti-la,

é vê-la,

em todo o MUNDO,

indo ao fim, indo ao FUNDO,

assim funcionam os KAPITAIS,

também...

ora mal, ora bem!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 18:06
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