Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

... todos diferentes???...

 

...a farra, a grande farra, para alguns, uma pequena percentagem, continua, vai de vento em popa, beneficiando os que sempre se beneficiaram e, em bom juízo, até não precisavam de mais... para quê tantos castelos na areia quando se possui uma só vida e ela, a vida, é tão curta???... Porque não reduzir as ganâncias e tentar equilibrar as diferenças, tão grandes, entre os bem situados na vida e...os que vegetam, os que quase não podem sobreviver, tão magra é a reforma ou o vencimento, quando o têm, claro... porque não acabar com a farra, a grande farra escandalosa que se vai vivendo por este País com uma total indiferença perante os que nada ou pouco têm???... Cada vez mais nos assemelhamos ao Triunfo dos Porcos, ( todos iguais mas, uns mais...). Tão iguais que nós somos, tão diferentes que parecemos, na carteira... aquela que tanto pode estar forrada como, dum momento para o outro, esvaziar por completo... sejamos mais humanos com os humanos mais desgraçados, sem clubites nem partidarites... apostemos no combate feroz aos dois milhões de pobres que existem em Portugal porque:

 

- Todos diferentes, todos iguais/todos iguais mas, outros mais/seres tão complexos e diversos/animais tão esquisitos no pensar/de cores diversas e dispersos/por locais onde têm de habitar/nascidos da mesma maneira/duma mãe que os concebeu/burguesa, operária, rameira/frutos dum amor que morreu/dum amplexo, duma união/dum comungar, duma paixão/ungidos, logo à nascença/pelo estigma da diferença/no berço que os acolheu/de rendinhas e bordados/no colo que os recolheu/vazio, o dos desgraçados/de quem nada tem para dar/de quem está nu, desamparado/aqui e em qualquer lugar/esquecido, posto de lado/por falta de todos os meios/embora parecido com os tais/os fartos, os que estão cheios/os diferentes, os mais iguais/os que só pensam no bem estar/no que o dinheiro proporciona/no vestir, comer e gozar/dentro e fora da sua zona/esquecendo, quase por querer/os explorados e ignorantes/os que se fartam de sofrer/os calcados, como dantes/pelo sistema, pelos interesses/dos que não querem abdicar/das mais valias, das benesses/que não querem partilhar/com a multidão de irmãos/tão diferentes, tão iguais/que, estendendo suas mãos/vão morrendo, mais e mais/esfomeados, escorraçados/esquecidos ou ignorados/num Mundo materialista/dominado pelo dinheiro/matéria infecta, pouco altruísta/mal maior e primeiro/de mentes curtas, obtusas/sem sentimentos, confusas/dos tais seres complexos e diversos/egoisticamente imersos/em mesquinhas e vãs ganâncias/de matérias bem palpáveis/em doses grandes, abundâncias/de pouco valor, não duráveis/porque a vida é passageira/virtualmente ilusória/tal como os bens, o dinheiro/jactâncias de curta memória/que tanto se dão com o primeiro/como com o último da história/neste tão grande carrossel/nesta existência imparável/neste tão veloz corcel/desta era incomparável!...

 

...os verdadeiros estadistas preocupam-se mais com os menos carentes do que com os amigos ou companheiros de partido, para não falar neles próprios, alguns, tão pavões e autistas que...até embaçam de...inchados e tontos com o Poder... ainda é tempo de arrepiarem caminho e governarem a sério os que, pelas circunstâncias, nem para comer, têm dinheiro suficiente... há muita pobreza e, nessa pobreza, há muita miséria em Portugal... é a opinião dum insignificante e vulgar cidadão anónimo que se preocupa com estas COISAS do País onde vive...

 

... Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja} 

publicado por sherpas às 14:00
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 27 de Julho de 2010

... trajectória!!!...

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.sad} 

… comédia que faz rir, chorando a bandeiras despregadas,

sem insinuação,

qualquer tipo de conspiração,

na ocasião mais indicada,

na mania d´Obama,

início universal do que se transformou em chama,

 

pela defesa de valores, contra o mal,

promessa q´incendeia, se torna universal,

 

proventos q´enlouqueceram tantos,

cúmulo d´horrores, d´enganos,

diminuíram, não enobrecem

qualquer bando racional,

consciente do irracional,

símios burlescos que se guindaram bem alto,

tratando outros de baixo extracto,

como escória, sujo trapo,

 {#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.confused}

esperança que se vislumbra, somente,

quando se pretende,

 

inversão de caminhada agreste,

cólera, fome, peste,

incontinuidade de mente doente,

desarrastamento de maleita grave,

finalização dum tormento,

grato sorriso, embevecimento,

puro embuste, grande entrave,

terror que bastou,

ensandecimento numa jaula onde se sufragou,

período tétrico que terminou,

 

subjugados a alienados

q´ainda s´escondem, sonegados,

desde altas torres que s´abateram,

muitos milhões que morreram,

responsáveis a tempo inteiro,

desde o último, ao primeiro,

 

página seguinte dum livro que vou lendo,

enquanto vivo, enquanto penso,

num MUNDO que é de TODOS,

muitos sãos, muitos loucos,

panóplia extensa, percurso imenso,

contos que são estórias,

histórias que são contos,

encenações que marcaram pontos,

encontros, desencontros,

início que é final doutras … vilipendiadas trajectórias!!!... Sherpas!!!...

 

 {#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja}

publicado por sherpas às 21:33
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 25 de Julho de 2010

Caravaggio: how he influenced my art

David LaChapelle – Photographer and film director

Caravaggio is often called the most modern of the old masters – there's a newness, a contemporary feel to his work that painting prior to him just didn't have. It's like when [fashion designer Alexander] McQueen came on the scene, everything else [in the fashion world] suddenly looked old. Caravaggio used light like a photographer and his pictures are cropped like photographs. One that sticks in my mind is Boy Bitten By a Lizard. That's a beautiful example of the one-source light that we identify Caravaggio with, that he pioneered, but it's also a wonderful captured moment, this boy's sort of feminine reaction to the lizard's bite. It's a photograph before photography.

 

... in http://www.guardian.co.uk/artanddesign/2010/jul/25/caravaggio-scorsese-lachapelle-peter-doig

 

The flower in the boy's hair and the blouse coming off his shoulders I think signify that the boy is a male prostitute. But in no sense does Caravaggio judge the boy. He didn't strive to paint the court and the aristocracy – he was painting the courtesans and the street people, the hookers and the hustlers. That's who he felt comfortable with, empathised with. Back then that was considered blasphemous but actually that's where Jesus pulled his disciples from – the street people and the marginalised. That's why in [my photography series] Jesus Is My Homeboy I had people from the street dressed in modern clothing, in modern settings, with Christ, because that's who Jesus would be with if there was a second coming.

 

It's through one of my contemporary art heroes, Derek Jarman, that I got really turned on to the artist. I'm really good friends with John Maybury whose mentor was Jarman and when Jarman's film Caravaggio came out in the 80s I was living in London. It had a really big impact on me, I wanted to learn more about Caravaggio, I just loved his aesthetic. While Michelangelo was aspirational, using bodies at the height of perfection, Caravaggio was much more of a realist. The kind of beauty he depicts isn't in any sense what we see traditionally in painting of that time. He always found beauty in the unexpected, the ordinary – in the street urchin's face, the broken nose, and the heavy brow. That's why Caravaggio is a very sympathetic figure to me. I too try to find the beauty in everyone that I photograph, whether it's the kids in South Central LA who invented the new dance form I documented in Rize, or the transsexual Amanda Lepore who I've photographed a lot. People think she is freakish but I don't – I love her.

 ... FOTO de... David la Chapelle

 

Today, if you took a photograph with the type of bodies Michelangelo used it would look like a [Calvin Klein] Obsession advert, whereas Caravaggio depicted the elderly, the imperfect, even death. You never turn your head away from a Caravaggio piece no matter how brutal it is because there's such a balance of horror, of unsightly bodies and violent scenes, with such great beauty.

Martin Scorsese – Film-maker

I was instantly taken by the power of [Caravaggio's] pictures. Initially I related to them because of the moment that he chose to illuminate in the story. The Conversion of St Paul, Judith Beheading Holofernes: he was choosing a moment that was not the absolute moment of the beginning of the action. You come upon the scene midway and you're immersed in it. It was different from the composition of the paintings that preceded it. It was like modern staging in film: it was so powerful and direct. He would have been a great film-maker, there's no doubt about it. I thought, I can use this too...

 

So then he was there. He sort of pervaded the entirety of the bar sequences in Mean Streets. He was there in the way I wanted the camera movement, the choice of how to stage a scene. It's basically people sitting in bars, people at tables, people getting up. The Calling of St Matthew, but in New York!

... criações de... SCORSESE

 

Making films with street people was what it was really about, like he made paintings with them. Then that extended into a much later film, The Last Temptation of Christ. The idea was to do Jesus like Caravaggio.

Taken from Caravaggio: A Life Sacred and Profane by Andrew Graham-Dixon (Allen Lane). Read our review of this book

Peter Doig – Painter

It's always a challenge for a contemporary artist to be of their time but when you look at Caravaggio's paintings you can really imagine the context, because he used ordinary people and everyday clothes. The paintings feel very real. Edward Hopper, for instance, did the same. He was very aware of what people looked like in his time, what people were wearing. Equally Caravaggio's paintings were obviously very brave when they were made and they continue to be viewed with that spirit, and that's what's so exciting. The paintings are quite sinister – they have an air of menace, and they're obviously very sexual.

 

I first saw his work at the Royal Academy's Painting in Naples exhibition in the early 80s. I was in my early 20s then and I'd been aware of his work before but I'd not really paid it much attention. I found them immediately accessible, and quite different from other Renaissance paintings.

 

Sometimes the paintings actually don't seem quite right. I'm not talking about the straight portraits, but works like The Seven Acts of Mercy, where it looks as though he's looked at seven different incidents and then pieced together a picture out of these incidents. So there's no kind of logic to it in a realist way – it's not pretending to be a scene that you would actually see.

... pintura de... Peter Doig

 

In it two grown-up cherubs seem to be flying sideways. Initially you wonder what they're doing there because they seem very awkward. But when you twist your head you see they're obviously having sex. It's quite an extraordinary piece of painting in its own right within the full painting. I was quite excited and very surprised when I first saw that. It seemed very radical. I remember thinking that he must've enjoyed himself when he was making his work.

Polly Morgan – Taxidermist and artist

What I can see in a Caravaggio painting is as important as what is hidden. I might painstakingly spend months making something, only to light it in such a way that large parts of it are in shadow. Shadows need light to exist and what I love about Caravaggio's paintings are that the less he reveals, the more tactile and sculptural his figures become. I could compare it to pornography; show everything and it doesn't work, allude to something and it's compelling.

 

In Sleeping Cupid, there is a weight to Cupid's body that is absent in most depictions of him mid-flight. Here he looks spent. When I made my work To Every Seed his own Body, a blue tit collapsed on a miniature prayer book, I wanted to convey a sense of heaviness and fatigue through it's posture.

 ... obra de taxidermista... POLLY MORGAN

 

Caravaggio's elevation of the mundane and degenerate is what makes him unique for his time. He succeeds in bringing beauty to subjects that are commonly dismissed. This is something I've attempted in works where I've taken creatures that are typically considered vermin and shaped them in appealing ways. To have your take on beauty challenged is reinvigorating.

Polly Morgan's latest show, Psychopomps, is at Haunch of Venison, London W1, until 25 September.

Isaac Julien – Artist and film-maker

When I first saw Caravaggio's paintings in Rome I remember having what people call an art sickness. I was so in awe of the work, its aura and mastery – it was like a rapture. Bacon's works have this same kind of aura but it seems to be something that's missing a bit from contemporary art, which has other aims, other questions to pose.

 

I've always been interested in the use of lighting in Caravaggio's work. In the 80s I assistant-directed a film called Dreaming Rivers which we lit entirely by candlelight, a specific reference to Caravaggio's lighting. I even went with the cinematographer to look at some Caravaggios. I'm struck by the way his paintings use the architecture of light, its plasticity, how it forms the body, and I've borrowed that in several of my works. These things have been so astutely articulated in Caravaggio's works that they're almost, in a prophetic sense, cinematic. Making my documentary about Derek Jarman with Tilda Swinton I also saw this deliberate relationship [to Caravaggio's work] being made in Jarman's films, where basically there's an abandoning of sets as such. Instead he works with light and dark.

 

One work I find striking is The Denial of St Peter. It's a very troubling scene with such accusatory positioning. It's really about how things are communicated through the intensity of the gazes. But it's also the portions, the framing, the lighting, the colour, all of those aspects of communicating this particular moment. It's so cinematic.

Tom Hunter – Photographer and artist

For me, Caravaggio set the stage for what every contemporary artist seems to be striving for – to live an authentic life and then to talk about, to depict, that experience. Take Tracey Emin, sewing the names of everyone she slept with in a tent, or photographers like Nan Goldin and Sally Mann – their work is all about their own lives. You initially think all of Caravaggio's paintings are about God and religion but they're not, they're actually about his life and the times around him. They are living histories – that's why his work is so powerful for me.

 

There's a Caravaggio painting at the National Gallery called The Beheading of St John the Baptist, which I've returned to again and again. In it John the Baptist is on the floor; he has just been killed and Caravaggio gets the atmosphere totally right. Caravaggio was involved in a sword fight, and he actually killed someone: that's what seems to be recreated here, and that's why the morbid gravitas of that situation really comes out of the painting.

 ... FOTO de... TOM HUNTER

 

Caravaggio is like the opposite of the rich and famous fashion photographer of today, who would only be photographing Kate Moss. He was one of the first people to look at the ordinary people and tell their stories and that was really inspiring for me. In my series Living in Hell and Other Stories [shown at the National Gallery, 2005-2006] I wanted to talk about the everyday life around Hackney. I found a headline in the local paper about a woman being attacked in front of her children outside her council flat, which I depicted in Halloween Horror, a translation of Caravaggio's The Beheading of St John the Baptist. I wanted to record that horrific scene so it wasn't just a disposable headline, so that people would look at it and think, "My god, this isn't ordinary – a woman being mugged on her doorstep, in one of the richest cities in the world, in this day and age."

Of course the way he used light has also been an influence on me. The whole thing about photography is the painting of light – when I was taught photography I was told, "You shouldn't leave that bit too black because there's no detail there, you shouldn't have that bit too bright...", that sort of thing. But in Caravaggio's work there are amazing light contrasts and your imagination is left to explore the dark areas. His lighting has clearly been used in film too. Take Blade Runner, with its amazingly lit scenes, dark areas and beams of light through long corridors – that all seems to come from Caravaggio.

 

... CRIATIVOS d´então... CRIATIVOS d´AGORA!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 15:09
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

... no cantinho da insensatez!!!...

  … no cantinho da insensatez,

era uma vez,

numa irmandade muito unida,

de passagem, de fugida,

sem anel, sem poder,

fazendo o gosto ao dedo,

só para inglês ver,

num faz de conta de medo,

mostrando artes, saberes,

entre outras coisas, haveres,

pertinácia bem voraz,

de quem, de tudo é capaz,

com perfídia, insinuação,

convencidos… sem razão!!!...

 

 

… qual Alice esfusiante,

num País de brincadeira,

coelho com relógio, cartola,

rainha déspota, foleira,

cartas de brincar, como escolta,

maravilhas mirabolantes,

falando ao mesmo tempo,

sem juízo, entretenimento,

numa pressa que desfaz,

numa fúria que não contém,

desmedida, quase sombria,

corrida louca, um vaivém,

aríete que se atira,

reviravolta que se solta,

imbecilidade com que se fica,

quando se pensa… medita!!!...

no que temos à nossa volta!!!...

 

… quase um crime, pesadelo,

enrolados neste novelo,

debitando o que nos vem,

dando a outros, a alguém,

o que sentimos, com desdém,

com entrega, devoção,

consoante a formação,

o que fazemos no momento,

dando alma, sentimento,

pedaços de nós, também,

bocadinhos que nos apoucam,

quando os deixamos, quando voam,

sem destino, a parte incerta,

enquanto o cinto… se aperta!!!...

 

… maravilhas que sobram,

que arruínam, desiludem,

quando há gentes que se portam,

quando escrevem, assumem,

papel diverso e tonto,

Alices desmesuradas, enlouquecidas,

como entretém, contraponto,

lutas bem descabidas,

numa harmonia inexistente,

calcando vontades e gente,

maravilhas fictícias, de espantar,

quando fazem, desfazem,

quando acabam por inventar,

o que já foi escrito, pensado,

noutro sítio, noutro local,

não correm, não pensam, não agem,

pensamento incerto, desmesurado,

de quem já está instalado,

cantando o mesmo fado,

num Paraíso encantado,

de plástico… falsificado!!!... Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja} 

publicado por sherpas às 15:16
link do post | comentar | favorito
|

... plantas aromáticas!!!...

 

… ervas aromáticas, bálsamos, sabores,

cheiros e cores,

pequenos matizes, directrizes,

orientação de quem as usa,

na própria alimentação,

satisfação,

espontâneas, bem felizes,

toques de mestre apurado,

na alquimia do guisado,

na magia do sensual,

nas artes duma planta, de flores,

numa borrifadela certeira,

num cheirinho, de encantar,

tanto em planta, como sucedâneo,

em líquido, convertidas,

nos perfumes, nos odores,

enlevo, sedução… amores,

nas carícias da lavanda,

alfazema que emana,

cheiro suave, leve e fino.

no enxoval… do menino!!!...

 

… coentros e rabanetes,

lá cantava o fadista,

dando um toque nos vinagretes,

dão sabor, alegram a vista,

orégãos, numa salada,

pezinhos de coentrada,

uma salsa, bem aplicada,

corta, dá um gosto refinado,

numa mesa repleta, farta,

apetece cantar o fado,

quando se mistura o tinto,

quando se trinca aquela carne,

com que sabor me fico,

quando mordo, quando me arde,

a malagueta, no ponto,

no assado, feito no forno!!!...

 

… ai que boa açorda de marisco,

condimentada com coentros,

belo manjar, bom petisco,

tomilhos, verbenas, ramos de cheiros,

encantamentos, surpresas,

paladares refinados,

pipas de alho, nas favas,

cheiro de alfazema, quando lavas,

enxoval do teu menino,

lavanda que me inebria,

desde quando pequenino,

regalo e fantasia,

quando elaboras, com esmero,

uma sopa da panela,

também chamada de pedra,

tal como gosto, como quero,

 

hortelã viçosa e bela,

sem falha, nenhuma quebra,

com todos os acompanhantes,

tanto agora, como dantes!!!...

 

… alecrins, funchos e louro,

nas carnes, no peixe, no forno,

retoque de esmeralda, fino ouro,

não um simples adorno,

um complemento, um sabor,

um paladar, um cheiro, um gosto,

uma invenção, um segredo… um amor,

ervas aromáticas, uma bênção,

perfeição, engenho, com gosto,

uma planta, uma semente… uma flor,

bálsamos, pequenos matizes,

encruzilhadas… directrizes!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 15:15
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Festival violence: gentleness and decency will survive these vile attacks

... por lá...

 

To see the violence that marred T in the Park and Latitude as some awful fall from innocence does the festivals a disservice

 ... por lá...

 

... in http://www.guardian.co.uk/commentisfree/2010/jul/21/festival-gentleness-decency-survive-vile-attacks

... por lá... 

 

More than strawberries at Wimbledon, rained-off Test matches and politicians' holidays, one image is now solidly built into the British understanding of summer: as seen in just about every current commercial break, a festival crowd, joyously jumping around to anthemic indie-rock and rejoicing in the apogee of modern togetherness. Strange to think, perhaps, that the tangled roots of all this go back to events – from the original, police-free Glastonbury, through illicit acid house parties and beyond – that the straight world tended to greet with a mixture of panic and hostility. Now the promise is of family-friendliness, a visit from Prince Charles, and unending coverage on the BBC.

 ... por lá...

 

This week, then, has brought particularly unsettling news. A week after an alleged sexual assault and two attempted murders at Scotland's T in the Park, last weekend's Latitude festival saw two reported rapes and an incident in which a girl was harassed and chased by a pack of "drunken yobs". At any event, such news would be grim, but part of yesterday's massed gasp of shock was traceable to what Latitude is: a self-consciously high-end event, keen to attract a more mature kind of attendee, and a byword for cultured relaxation rather than lairy excess. Hence one of the choicest quotes from Melvyn Benn, the chief executive of Latitude's organisers, Festival Republic: "It is difficult to find any nastiness or aggression at Latitude. This is shocking."

 ... por cá...

 

It is, but a few points demand to be made. One is about the rather naive view of festivals that defines whole swaths of the summer's media coverage, much of it put together in comfy backstage compounds by people whose experience of the nitty-gritty is limited, to say the least. Breathlessly enthusiastic satellite news reports ("Dave from Wrexham – is this your first Glastonbury?") and the obligatory Saturday morning pictures of girls astride their boyfriends' shoulders do not quite convey what anyone who has spent three days out in the fields will know: that once tens of thousands of people are temporarily living cheek by jowl and many are set on joyously losing their minds, the festival experience can sometimes go awry.

... por cá... 

 

Often thanks to their chemical intake, I know plenty of people whose summer weekends have at least partly been defined by fear, disorientation, and brushes with unpleasant people who were there for something other than the vibes. At 1994's Glastonbury, for instance, I can well remember the fear spread by a shooting on the Saturday night, as well as subsequent news that someone had been slashed in the face (on the Monday, the Guardian's headline was, "Music festival peace and love marred by overdose death and gun attack"). It doesn't quite fit with what might be called the BBC3 worldview, but it's an obvious enough point: there is a certain part of the festival milieu – or, rather, the illicit economy – that will always teeter into nastiness, and worse.

 ... por cá...

 

Quite apart from that kind of incident, the news from Latitude points up something arguably even more uncomfortable. Consider again an account of that aforementioned girl's experience at the hands of those "yobs": "They had stuck their hands down her top and pinched her bum. She hid in the toilets so they wouldn't know where she was staying before coming back." There is not much organisers can do about it, but perhaps this is what occasionally happens once festival culture has become everyone's property. It'll sound hopelessly sniffy, but what the hell: back when some of the big festivals were defined by a sense of countercultural esprit de corps, many elements of the human zoo were present and correct – but you rarely encountered what might be called the stag weekend demographic.

 ... por cá...

 

Still, in response to the current festival-related headlines, no one should get too carried away. In late 1969, when an 18-year-old named Meredith Hunter was stabbed to death by Hells Angels at the Rolling Stones' infamous outdoor concert at Altamont in northern California, the incident entered rock lore as the Death of the Hippie Dream, rather than a stupid consequence of the band's decision to contract-out "security" to pool cue-wielding thugs. Similarly, to characterise the events at T in the Park and Latitude as some awful fall from innocence would suit the over-excited terms in which such events are reported but do a disservice to the underrated revelation that burns through each year's festival season.

 ... por cá...

 

Our take on the modern outdoor ritual is coloured by understandable nostalgia for the glory days of Hawkwind and free admission, and a hyperactive culture often stops us realising which aspects of contemporary living are truly remarkable – but our festival culture definitely is. It is some token of most human beings' capacity for gentleness and decency that the season usually passes without serious incident; moreover, it's fascinating that as our everyday lives seem to find us ever more atomised and terrified of each other, so millions of people feel an ever greater need to spend weekend after weekend in each other's company. Rather than the odd ugly incident, it's that story that deserves our attention, and it should be a cause for nothing but (outdoor) celebration.

 

... com música, entrega total, amizade da boa... é mais bonito, não é???... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 19:12
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 20 de Julho de 2010

... há mais cores no arco-íris!!!...

… enxergamos… coloridos mais densos!!!...

 

… quando enlaçados, bem juntos, comunhão intensa,

dois corpos se unem, partilhando quereres perfeitos,

esvoaçando por céus,

fazendo dos sonhos,

meus,

imaginando outras cores,

nos entregamos à voragem

da paixão que nos consome,

deixando de ser homem,

no corpo duma mulher,

nos braços que recebe

desejos que são teus,

 

uníssonos, em amálgama,

clímax se produz

no recesso duma cama,

objecto que se inflama,

lençóis que nos cobrem

maravilhas que vemos,

momentos que temos,

amor que se partilha,

 

no meio de tantos caminhos,

carícias afagos, beijos,

incontáveis torvelinhos,

montes de encantamento,

graal, cálice santo, receptáculo,

vale da criação,

sem obstáculo,

 

eterno feminino,

adoração,

menir gigante,

exaltação,

erectus penetrante,

entoação de encanto,

um hino,

rendidos, lado a lado, prostração,

 

profunda adoração,

cores que modificam,

se esvaem, intensificam,

alucinação,

{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile} 

confusa viagem,

magia que transforma,

sede que inebria,

noite que se faz dia,

acalmia, tão grande fome

recebendo toque divino,

formando união de facto,

 

conjugação dum acto

que nos seduz, reluz,

nos conduz num arco-íris

em coche feito de prata,

enxergamos coloridos mais densos,

tons de profunda luxúria,

apensos,

{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.smile} 

no gozo, na formosura,

no prazer que possuímos,

teus olhos que são meus,

nos meus que Deus me deu,

quando choramos, quando rimos,

 

no âmago que completa,

vida que recomeça,

prolongamento do que somos,

quando nos entregamos,

quando fomos

Deuses, num vasto Olimpo,

dois Mundos no infinito,

 

quase rogo, quase afirmo,

naquela entrega sem enganos,

cores tão lindas, diversas,

vários tons, tamanhos,

enxergados num curto hiato

por olhos que nunca viram,

quando riram,

choraram… sentiram!!!... Sherpas!!!...

 

 {#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja}

publicado por sherpas às 17:02
link do post | comentar | favorito
|

... criatura!!!...

… encruzilhada complicada,

ideias que se atropelam,

confrontam,

afluem,

afrontam,

 

envolvem gentes confusas,

arbítrios de quem julga,

não comunga,

enviesa, oculta

no que considera luta,

valores que não possui,

diabólico sorridente,

prometedor,

como no alto da colina com o Senhor,

 

explanando,

com braços abertos,

dádivas de maravilha,

tesouros, tentações,

criando tantas ilusões

nas mentes dos menos professos,

 

repetição dum acto,

atentado que é pecado,

desrespeito pelo que somos,

quando esquecemos quem fomos,

ludibriados de novo,

como incautos,

como Povo,

 

sabor que tenta,

bocado amargo,

tempo parado,

filme antigo já passado,

rejeitado,

 

simplificamos,

vamos no logro,

não medramos,

regredimos,

caímos no fundo dum poço,

enlameamos dignidade,

afogamos na miséria,

atolamos o corpo todo,

 

desfazemos a esperança,

invertemos a realidade,

vivemos sonho ruim

na vida que se não padece,

futuro que não chega,

avança como cavalo,

bofetada como estalo,

dor que chega,

permanece,

quando, amnésico, tudo esquece,

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad} 

convencimento,

mais um repente,

triste ausente

sempre presente,

 

espreita como fera raivosa,

faminta,

cruel, desairosa,

pronta p´ró combate

pela posse,

satânico que se afila,

se firma,

como se fosse,

 

relâmpago que tudo apaga,

encandeia,

cerra olhos, cerra mentes,

tudo instila,

tudo mastiga,

espezinha quando castiga,

numa luta,

numa briga,

 

povo que lavas no rio,

ignorância que te mantém,

quem nada tem,

simples pavio,

chama de quem é ninguém,

contributo que procura

quando sem créditos,

ruptura,

descoberta… a criatura!!!... Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja} 

publicado por sherpas às 16:50
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

DIREITOS HUMANOS em ANGOLA

Segundo relato da agência Lusa, Angola foi confrontada com acusações de parcialidade do sistema judicial, indícios de tortura e prisões arbitrárias durante reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU, realizada em Genebra.

Apesar de vários países terem reconhecido os esforços do país no sentido de respeitar os Direitos Humanos, a situação em Angola ainda é muito complicada.


... in http://www.diariodaafrica.com/2010/02/direitos-humanos-em-angola.html


Há três anos, o governo angolano deu 48 horas para a agência de Direitos Humanos da ONU deixar o país pelo fato de não ter gostado de um relatório com críticas ao país.

E a agência foi embora, expulsa de Angola.

No fim do ano passado, um caso de desrespeito aos Direitos Humanos teve bastante repercussão.

Um funcionário da agência de migração do governo angolano foi detido em casa, acusado de ter roubado uma moto e um telefone celular.

Os policiais que o prenderam, segundo relatos da família, o espancaram na frente dos pais, da mulher e dos filhos.

Havia outra pessoa presa, também acusada de cumplicidade no crime.

Segundo a família, os policiais obrigaram os dois a se beijarem na boca na frente de todos.

O homem acabou morrendo dias depois na cadeia, em consequência das torturas recebidas dos policiais.

Recentemente, policiais angolanos deram entrevistas a um jornal local, sob anonimato, dizendo que, por causa dos baixos salários, seriam obrigados a extorquir dinheiro da população.

Algo que muitos policiais de trânsito fazem diariamente para engordar o salário.

É interessante observar o ritual: mandam o motorista parar o carro, pedem documentos, inventam normas, dizem que falta um papel etc.

Afastam-se do carro, o motorista desce e começa a negociação.

Já escrevi antes que o grande problema das multas de trânsito nem chega a ser o alto valor a ser pago. Multa tem que ser alta mesmo para desestimular as infrações.

O problema é que, ao contrário de qualquer país, em que o cidadão autuado recebe a multa em casa, aqui o policial confisca a carteira de motorista.

Coloca no bolso e vai embora.

O motorista que recebeu a multa tem que fazer o pagamento e, com o comprovante na mão, ir à esquadra policial reaver a carteira.

O que acontece é que essa carteira muitas vezes nunca chega à esquadra.

Quando chega, o cidadão é obrigado a enfrentar uma jornada para conseguir encontrar a carteira de motorista.

É tanta confusão que as pessoas preferem pagar propina.

O a gasosa, como se chama aqui.

O policial fica com 10% ou 20% do valor da multa que deveria aplicar e o motorista é liberado.

Não que os motoristas sejam inocentes.

Em geral, estão sem a documentação, dirigem sem habilitação, os carros não têm condições de trafegar e por aí vai.

A gasosa é algo institucionalizado em Angola.

Não ouso mais dizer que é errado.

Da última vez, várias pessoas defenderam os pobres policiais e me pediram para eu me colocar no lugar deles, que não têm dinheiro para alimentar a família.

Perguntaram se eu não faria o mesmo.
Provavelmente não.
Mas cada povo encontra o seu caminho.
A gasosa é o atalho que os angolanos encontraram para lidar com a falta de estrutura, de leis e a impunidade no país.
Mas, como alguém já disse antes, nem sempre o atalho é o caminho mais curto.

 

... ANGOLA é NOSSA... dos angolanos, evidente???... Creio que... NÃO!!!... CHIÇA!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 20:03
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 17 de Julho de 2010

... alvoroço!!!...

 

… tem sido alvoroço,

motivo de conversa,

tanto estudo, pareceres,

populaça com muita raça,

confronto que fica, não passa,

oposição incontida fala de escândalo,

obra não feita, fraco esboço,

resultado de tempo recuado, mais esconso,

exclusão, logro que veio da promessa,

apartada da sociedade,

bem longe dos senhores,

fora da redoma doirada,

para ali deitada, mal arrumada,

 

amontoado de coisa qualquer,

pacote de liberdades, incúria, puro laxismo,

política do pau de sândalo,

presente que tão bem se sente, mais cheirosa,

madeira rica, bem nobre,

cuidados mil, redobrados,

madeira de pinho, mais reles,

armazenada, lenho pobre,

 

etnias tão diferentes,

integração que se  entoa,

resultado que não perdoa,

empilhados em castelos,

distintos do bairro de lata,

caixotes que não dizem nada,

segregados com seus defeitos,

incultos na maioria,

vida à toa, multiplicadora,

tendo a rua como senhora,

ignorância como meta,

estratégia de quem comanda

naquilo que se não projecta,

 

barril de pólvora em estado latente,

massa informe, fraca gente,

 

antropólogos, cientistas, filósofos,

sociólogos, arquitectos da saúde, dos prédios,

engenheiros que se postam, com prémios,

comentadores, jornalistas de sensação,

chefes d´Ordens existentes,

religiosos que se escondem, amorfos,

senda nebulosa no que mais lhes convém

como se não foram ninguém,

soluções em barda, justificação,

programa das distensões,

nas confissões dos perdões,

 

armas que saltam, estrondeiam,

discussões que se arrastam,

juras, vinganças, roubos,

afastamento dos que odeiam,

imagens que dão notícia,

mídia que não interessa

que reporta, faz conversa,

anima família inteira

bem postada no sofá,

recreação da situação

perante quem está, não está,

 

folhetim barato, culpas que rodam, giram,

ajustamento,

pedras que apanham, atiram,

aproveitamento,

quem nada fez, nada faz,

atrapalha, não é capaz,

 

recolhido na posição,

atoarda como reposição,

aviltamento perante,

tão ou mais extravagante,

na semelhança de estrondo,

quando iguala, compondo,

 

zaragatas que matam vizinhos,

são bocados, são cadinhos,

são revoltas, pequeninos,

formação que se descurou,

negócio, droga, oportunidade,

outro mundo, realidade

de quem não governou,

empilhou,

 

casas sem alma, bairros sem estruturas,

conjecturas,

dependentes doutras figuras,

 

planeamentos d´arrecadação,

ajuntamento, inacção,

motivo d´outro passeio,

como roteiro, como recreio,

não integração no meio,

território díspar, desconforme,

sem trabalho, com muita fome,

aflição de quem não tem, vício que tem,

saída como repente

massacrando bens, roubando gente,

gritando desventuras, tormentas,

recantos que são guettos profundos,

matérias inflamáveis, outros mundos,

paroxismos que deflagram,

enfrentamentos que matam,

motivo de muitos estudos,

apurados engenhos, artes,

portas que se abrem, cerram,

quando lutam, quando berram,

 

esquecidos, já apagados,

reacendidos noutros lados!!!... Sherpas!!!...

 

{#emotions_dlg.confused}{#emotions_dlg.mad}{#emotions_dlg.sad}{#emotions_dlg.portugal}{#emotions_dlg.smile}{#emotions_dlg.santarem}{#emotions_dlg.aveiro}{#emotions_dlg.portalegre}{#emotions_dlg.beja}

 

publicado por sherpas às 20:55
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 11 seguidores

.pesquisar

.Maio 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. ... sabores!!!...

. ... experimentação!!!...

. ... PIRATAS!!!...

. ... descalçar... as BOTAS...

. ... pérolas!!!...

. ... bocejo!!!...

. ... reprimenda!!!...

. ... heróis e... cavaleiro...

. ... se possível fosse!!!....

. ... TATE!!!...

.arquivos

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Agosto 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

.favoritos

. ... antes que... a vida, ...

.links

.participar

. participe neste blog

blogs SAPO

.subscrever feeds