Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

BENTO XVI: SEM ÉTICA NEM RESPEITO PELA PESSOA A ECONOMIA É FALIMENTAR

Cidade do Vaticano, 30 abr (RV) - A quebra das finanças mundiais demonstrou que um sistema econômico sem regras éticas, que promovam um desenvolvimento integral da pessoa e não somente o lucro, é destinado a falir.


in... http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=376504


Essa foi uma das principais considerações do Santo Padre expressas na audiência concedida esta manhã aos participantes da plenária da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, reunidos no Vaticano até a próxima terça-feira, dia 4 de maio. A plenária tem como tema "A crise numa economia global. Projetar novamente o nosso caminho".

Em seu discurso aos especialistas, Bento XVI disse que a solidariedade entre as gerações deve ser reconhecida "como um critério ético fundamental para julgar todo e qualquer sistema social".

Entre as ruínas de uma cidade desmoronada é possível buscar o traçado dos novos caminhos nos quais recomeçar a vida. Substancialmente, foi o que disse o Papa aos acadêmicos vaticanos, conduzidos por sua presidente, a Dra. Mary Ann Glendon, que no final desta manhã se reuniram na Sala do Consistório, no Vaticano, para ouvir o Pontífice.

Neste caso, a cidade destruída é a cidade das finanças, que se revelou, comumente com êxitos dramáticos, um colosso global com pés de argila. Uma fragilidade estigmatizada por Bento XVI desde o início de seu discurso:

"A quebra financeira mundial, como sabemos, demonstrou a fragilidade do sistema econômico e das instituições a ele ligadas. Ademais, demonstrou o erro do pressuposto segundo o qual o mercado é capaz de regular a si mesmo, para além da intervenção pública e da contribuição de normas éticas internas."

Bento XVI evidenciou os valores da Doutrina Social da Igreja, condensados no magistério da Caritas in veritate, em oposição a essa visão que deriva de um conceito "empobrecido" da vida econômica – considerada "uma espécie de mecanismo de autocalibração conduzida por interesses pessoais e de lucro":

"Mais que uma espiral de produção e de consumo voltada a necessidades humanas definitivas, a vida econômica deve ser corretamente vista como um exercício de responsabilidade humana, intrinsecamente orientada rumo à promoção da dignidade da pessoa, à busca do bem comum e do desenvolvimento integral – político, cultural e espiritual – de indivíduos, famílias e sociedades."

O Pontífice prosseguiu seu discurso frisando que "projetar novamente o caminho" significa repensar aqueles "modelos globais" e os objetivos " que conduzem e orientam a vida econômica".

A Igreja "afirma a existência de uma lei natural universal" – reiterou – cujos princípios foram inscritos por Deus na criação. Princípios que são "acessíveis à razão humana e, como tais, devem ser adotados como base para as escolhas práticas" – acrescentou:

"Como parte do grande patrimônio da sabedoria humana, a lei moral natural – da qual a Igreja sempre se apropriou, purificando-a e desenvolvendo-a à luz da Revelação cristã – serve como um farol-guia aos esforços dos indivíduos e das comunidades a perseguirem o bem comum e evitarem o mal, ao tempo em que orienta o seu compromisso a construir uma sociedade autenticamente justa e humana." (RL)

 

... para CRENTES e... NÃO CRENTES, fala BENTO XVI, Sua SANTIDADE, o PAPA, claro!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 19:19
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Quinta-feira, 29 de Abril de 2010

... Moldava!!!...

... quanto me perco, esqueço, quando cirando deslumbrado
noutro local, noutro espaço,
bem longe do que mais gosto, ouvindo falas estranhas,
partilhando encantamentos, guardando o que vou retendo,
parando junto a um rio, corrente farta, sítio encantado,
turistas que se passeiam, devaneiam namorados
em barcas diversas, coloridas, reduzidas ou tamanhas,
risos, gozos, gargalhares, frescura que se vai sentindo
sob arvoredos densos que se projectam nas margens,
extasiado vou ouvindo, abarcando o que me rodeia
tão colorido, pintalgado,
calmo nos seus vagares, passando por pontes e pontes,
perdido nas suas torres, castelo de séculos passados,
cidade que é um brinco no barroco que se entranha,
religões que se aceitam, templos de vendilhões,
concertos que nos ofertam clássicos em profusão,
arte que se sente em qualquer recanto, restaurantes em confusão,
ponte maior, rica de ornamentos, bela nos santos que ostenta,
assim ela se apresenta,
convidando ao devaneio,
mescla de gentios, civilizações,
aceitação do que somos, festa permanente como passeio,

sons que se espalham pelos ares,
músicas de rua, vivas e fortes,
ajuntamento de mirones, painéis do que se vende,
pedinchar de alguns pobres,

permanente no que manteve, tão formosa se vai mostrando,
palco de muitas guerras, Primavera que surgiu num cenário de curvas e torres,
cabeças levantadas p´ró céu,
descobertas que surpreendem,
visitas que enovelam, nos prendem,
mochileiros ávidos pelo que encontram,
vão retendo, não parando, catedrais numerosas, de espanto,
colina que oculta, imponente, seu castelo maior,

bugigangas que se vendem,
matrioscas, marionetas, pequeno menino de Praga,
cidade moderna, cara, amplas avenidas, esplanadas,
oferta que se multiplica, explicação para quem ouve,
passantes como procissão,
guia que se oferece, vai conduzindo, lá vão,
se postam na praça das esplanadas, do relógio polivalente,
aguardando aparição dos doze apóstolos nas janelinhas da frente,
bem ao cimo, em compasso com as horas que se dão,

dispersas, por ruas curvas, montras de ourivesaria, pedrarias raras,
porcelanas, cristais, um cheirinho a goulash,
algum picante que se pressente,
cerveja que se emborca em quantidade, barulhos, risadas em surdina,
música trepidante que se ouve, se olha,

aprecias, não páras,

corpos que dançam, se enleiam, relâmpago dum flash
no interior de monumento,
quanta gente,
diversidade, babilónia descontrolada se avizinha,
eslavos, anglo-saxónicos, gauleses, hispanos, portugueses,
germânia tão perto, prepotente,
eterna maravilha que aflui, conflui, abraça desembocando no rio,
soltam-se os olhos, descansam os corpos,

cansados mas vivos, não mortos,

ouvidos que bebem palavras de quem explica,
tonalidades berrantes, japoneses em barda,
russos amigos, agora fraternos, que bem lhes fica,
situação passada, quase atoarda,
ligeiro rumor esquecido no tempo,
marcado nas pedras que se elevam, encantam,
calor que inunda tudo, ventinho fresco num momento,
enlevo onde me perco embevecido, cirandando sobre doces visões que passam,
não marcam as margens do Vltava,

esvoaçam como coisa sua... eslava!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 11:22
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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010

... também se inventa... todas as noites!!!...

in... lagrimasdeluar.blogspot.com

 

 

... tanto ainda por inventar, tenho essa sensação,
chama intensa da paixão,
luar pardacento que irrompe,
alguns raios desmaiados
no leito,
amantes em sofreguidão,
quantos beijos, desejos,
voracidade com que se enfrenta o fim do dia,
entrega, em união
in... luhenriquedias.blogspot.com

 

últimas libações, noites de farra,
carregamentos etílicos assoberbados,
quanta algazarra,
senhores do Mundo, bólides estampados,
imbecilizados num entorno que choca,
crua realidade, invenção que resta,
mente vazia… cascata que lhes toca,
águas que arrefecem ambiente de festa,
in... converso.blogs.sapo.pt


foi-se o Sol, estrela amiga, fonte,
fantasia que ruge, desponte,
energia recolhida,
partilha conseguida,
enleios que se produzem,
quebra da solidão,
nimbo se eleva em comunhão,
luz intensa alivia canseira,
invenção,
in...


quantos segredos em ebulição,
amam,
imagens que se aglomeram,
sentidos
desavindos, encontrados,
in... singrandohorizontes...

 


sonhos, estrelas,
poetas em comunhão,
adoram silêncios, negridão,
noites que se reinventam,
interioridades, lucubrações,
prostrações perante o imensurável,
abarcamento impossível,
não tê-las, só vê-las,
quantos intentam
aproximação,
descrevê-las com palavras mágicas,
retê-las,
desilusão,
noites trágicas
in... matebisa.com


doença que avança, esmaga, contorce,
vítima que sofre,
voragem dum corpo,
insónia forçada,
esperança contida,
sorriso que chora,
rosto que se adora
in... jairocezanovski...


prostrados,
exangues,
observam céus enegrecidos,
brilham olhos no escuro,
raio matreiro, cúmplice,
apóstatas,
escravos do clímax,
uma, outra vez, exauridos,
filhos da vida,
in... overmundo.com.br

 

loucuras, bebedeiras,
amorios descontrolados,
luxúrias, lascívias,
futilidades inebriantes,
noites e noites inteiras,
com sofrimentos, dores, prostrados,
insónias que não alivias,
pensamentos desbragados,
in... netvisao.spaces.live.com


imaginações fervilhantes,
não se inventam, são diferentes,
no seio de tantas gentes,
tanto ainda para pensar
na escuridão que nos convida,
amargura que flui, permanece,
quase se esquece
in... texere.blogspot.com


não há noite perfeita,
arruma-se, enfrenta-se quando se ajeita,
quando se tenta… também se inventa!!!... Sherpas!!!...

 

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publicado por sherpas às 20:52
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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

La deuda de Grecia cae al nivel de 'bono basura'

in observatoriodoalgarve.com

La tragedia griega ha pasado a una nueva fase después de que la agencia de calificación Standard & Poor's haya rebajado la calidad de su deuda hasta el nivel de bono basura, lo que le cierra todas las puertas para poder acudir a los mercados a financiarse y le deja al albur de que sus socios del euro activen los créditos de hasta 45.000 millones de euros previstos en el plan de rescate para evitar la bancarrota. La noticia, además de agravar la situación financiera de la República Helénica, ha llevado la alarma a los parqués y a los mercados de deuda por una crisis que cada día que pasa alcanza cotas impensables hace unos meses y desconocidas en toda la historia de la eurozona. De hecho, ante el grave cariz que están tomando los acontecimientos, la Comisión Europea ha convocado a una reunión de emergencia al Eurogrupo para el 10 de mayo con el objetivo de buscar una solución a la primera crisis del euro.

 in... galizacig.com

in... http://www.elpais.com/articulo/economia/deuda/Grecia/cae/nivel/bono/basura/elpepueco/20100427elpepueco_13/Tes

in... pt.euronews.net

Ni el plan de rescate acordado por sus socios de la UE y el FMI ni los planes de austeridad aprobados por Atenas han podido contrarrestar el temor del mercado a que la República Helénica entre en suspensión de pagos más pronto que tarde. Todas las noticias que se van conociendo sobre la crisis no hacen más que empeorar la situación de Grecia y, por extensión, de los otros tres países de la eurozona con graves problemas fiscales que ya están en la diana de los inversores como posibles próximas víctimas: Portugal, Irlanda y España.

 in... jslousada.blogspot.com

La agencia ha justificado su decisión en "los desafíos políticos, económicos y fiscales que afronta el Gobierno griego" para cumplir el plan de estabilidad y reducir el déficit, que según ha afirmado hoy Atenas puede llegar al 14% tras las próximas revisiones del dato de 2009 con una deuda pública del 130% del PIB en 2014. El anuncio de que rebajaba la calificación de Grecia a largo plazo tres escalones, de BBB- a BB+, lo que deja su deuda al nivel de inversión sólo apta para los especuladores, ha tenido un efecto inmediato en los mercados, donde la rentabilidad del bono a 10 años de la República Helénica ha llegado a superar el 18%, según Bloomberg, y ha disparado la llamada prima de riesgo -el diferencial frente al bund alemán, de referencia- a más de 1.500 puntos básicos. Algo del todo desconocido hasta la fecha en la década de vida de la eurozona y muy difícil de encontrar fuera de ella, aunque luego ha vuelto a los niveles de las últimas jornadas sobre el 9,6%.

in... eleconomista.es

 

El castigo, al igual que en las jornadas previas, también se ha cebado con los bonos a dos años, que se han encarecido con fuerza y han llegado a rebasar el 15%.

 in... trovasdebandarra...

Grecia necesita los créditos de sus socios del euro y el FMI, hasta 30.000 millones a un interés del 5%, y 15.000 millones entre un 3,5% y un 4%, respectivamente,  para afrontar los próximos vencimientos de su deuda. Para empezar, Atenas necesita 8.500 millones antes del 19 de mayo para pagar a los tenedores de sus bonos, de ahí la urgencia de activar ya los préstamos, cuya tramitación puede prolongarse hasta dos semanas. En caso de no poder disponer de los fondos a tiempo, se vería obligada a renegociar los pagos, lo que no solo afectaría a Grecia, ya que la mayor parte de su deuda está en manos de bancos alemanes y franceses. Además, también podría provocar un efecto dominó que acabaría afectando al resto de la eurozona al socavar la confianza de los inversores en su solidez y estabilidad. En cualquier caso, resulta más que difícil afrontar un eventual proceso de renogación con la nueva nota que le ha puesto S&P.

 in... jornaldenegocios.pt

Reticencias a activar los créditos

in... jornaldenegocios.pt

 

En opinión de los analistas, el rechazo de Alemania a librar los créditos se debe a las próximas elecciones en el Estado más potente del país, Renania-Westfalia, el próximo 9 de mayo, un día antes de la reunión extraordinaria del Eurogrupo. Los partidos que conforman la coalición del Gobierno de Angela Merkel temen que el rechazo que genera la ayuda a Grecia entre los contribuyentes alemanes le pasen factura en los comicios.

 in... ladroesdebicicletas...

Además, los inversores ya han elegido a su próxima víctima: Portugal, que también ha visto rebajada hoy su calidad crediticia dos escalones, de A+ a A-, porque su "debilidad económica y fiscal" va a dificultar su objetivo de recortar el déficit público, afirma S&P. Sobre todo, añade la agencia, si se tienen en cuenta las previsiones que apuntan a que su economía no va a recuperar la senda del crecimiento a medio plazo. Asimismo, deja la puerta abierta a futuras revisiones a la baja de su calificación. De momento, lo que ya va a ser más difícil, o más caro, es acudir a los mercados a financiarse, ya que, a mayor riesgo de impago, más aversión de los inversores, lo que obliga a Portugal a ofrecer una mejor rentabilidad para colocar sus bonos.

in... agenciafinanceira.iol.pt

En los mercados, la rentabilidad de los bonos de Portugal a 10 años ha repuntado sobre el 5,67%, un nuevo máximo en los últimos ocho años. El castigo más fuerte se lo llevaba, sin embargo, la deuda a dos años, que ha aumentado su rentabilidad al 4,78% tras encarecerse casi un 1% en apenas una jornada. La rentabilidad de los bonos españoles seguía subiendo de forma más moderada, hasta el 4,052%, con el diferencial frente al alemán en 105 puntos básicos. La deuda irlandesa también sufría con las renovadas presiones de los inversores y se iba sobre el 5%.

 

... juntam ESFORÇOS... pr´a combater CRISE GLOBAL/financeira+económica+SOCIAL!!!... COMO... distribuindo DINHEIROS pela BANCA, por EMPRESAS falidas, OLVIDANDO desemprego q´aumenta???... Ná... NÃO creio, receita antiga que só CRIOU ricos de rebentar!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 21:29
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

... andam lobos... pela serra!!!...

 

... juntam-se lobos na serra, locais recônditos, refúgios,
arvoredos densos, sombrios, palavras, desafios,
congeminações, jogadas, embustes,
revolteiam falcões, abutres,
ajustam-se afinamentos,
peças deslumbrantes, rolamentos,
in... areatails.blogspot.com

 


maquinaria que se concerta
num absurdo que avoluma, entretenimentos,
alcateia que afila garras, abarca fauna rara, faminta, que agrega
globalização que não despega,
in... filmes08.blogs.sapo.pt


predadores que causam dores quando perseguem, instigam,
quando devoram, mastigam
espécies de vária ordem, bovinas, ovinas, caprinas,
apascentam, não explodem, alguns temores, débil receio
de quem os sente pelo meio,
ln... imagenscompoemas...


tarefa de remedeio, vales desprotegidos,
não abençoados, não ungidos,
andam lobos pela serra ao abrigo de falhas, da guerra
dos falcões que ofertam receio,
sob égide de abutres das carnificinas,
in... territoriomulher.com.br

 


humildes que passam agruras, fomes, falhas, casebres,
distanciados das amplas farturas,
inalcançáveis, nas alturas,
ocultos nas serranias, tristezas, mordomias,
confrontos que nos abismam
quando devoram... mastigam!!!... Sherpas!!!...

 

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publicado por sherpas às 14:00
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... no limiar... do desenvolvimento!!!...

 

… no limiar do desenvolvimento,
uma simples aproximação,
um parecer, reles imitação,
que falta de discernimento,
incomodidade, acomodação,
inconformidade, conformação,
contra-sensos, sem senso,
sem justificação, geram insatisfação,
mal-estar, palpável, desagradável,
situações que se agridem,
não se emendam, não se corrigem,
aumentam, progridem,
insistem, persistem,
coexistem, absurdos e abjectos,
pequenos, grandes nadas,
mesquinhos, mais avantajados,
pouco dignificantes, concretos,
obstáculos, nas caminhadas,
no percurso que traçamos,
perversos, não calculados,
incomodativos, indesejados,
quando, com eles… deparamos!!!...
in... reginauro.blogspot.com

 


… só quando acontece, nos apercebemos,
quando nos cai em cima, num repente,
uma quebra na rotina, na corrente,
uma ligação que termina, sem sabermos,
causas ou justificações,
razões de alheios, terceiros,
aos que pagamos, cumprindo obrigações,
as que nos tocam, as que nos cabem, como useiros,
pagando maus serviços, os que nos prestam,
que não prestam, pouco importa,
gotas de água que somos,
quando me ponho,
pensando comigo, por trás da minha porta,
a sós, connosco, conversando muito a sério,
concluindo, amargos e furibundos,
contra todos, contra o Mundo,
nas imperfeições do presbitério,
santuário provinciano, imitação,
neste recanto tão desencantado,
que se diz País,
tão mal parado… remendado!!!...

 


… mais uma vez aconteceu, habituado,
estranho, recalcitro, exijo,
tento responsabilizar, quando grito,
reclamo, marco números exactos, de avarias,
encaminham meus dedos, quando digito,
oiço vozes metálicas, gravadas,
encontro um que outro funcionário, educado,
dão-me dicas, fazem promessas,
fico-me com essas,
aguardo horas e horas, passadas,
sem serviço que pago,
cumprindo, no que me toca,
como parte contratual, elo mais fraco,
pagando, como obrigação primeira,
devoção que cumpro, inteira,
sem qualquer tipo de objecção,
sempre aberta, a carteira,
sentindo-me enganado, mal servido,
triste e compungido,
nesta espécie de presbitério, santuário,
apartado, no limiar do desenvolvimento,
numa simples… aproximação!!!... Sherpas!!!...

 

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publicado por sherpas às 12:22
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Domingo, 25 de Abril de 2010

Artists, critics and readers on 10 years of Tate Modern

Next month, it will be 10 years since Tate Modern first opened its doors. Not only is it not showing its age, it is still, as you approach it across the Millennium bridge, a thrilling sight – the incredible hulk of it across the river, the sense that the building itself is, before you have even glanced at any of the art inside it, an event.

Since it opened, 45 million people have visited and many of its exhibitions have been crowd-pullers: Matisse, Picasso, Hopper, Warhol, Dali, Rothko… It is also dedicated to showing challenging new work by less well known artists. And in its dramatic Turbine Hall, the sense is that anything could be given house room if it deserved it – from Louise Bourgeois's towers (I Do, I Undo, I Redo, 2000; her tremendous steel spider had to wait outside) to Olafur Eliasson's The Weather Project in 2003 or Rachel Whiteread's Embankment (2005) – heaped white boxes, like sugar lumps for giants.

 

... in http://www.guardian.co.uk/artanddesign/2010/apr/25/serota-tate-modern-tenth-birthday

 

The man behind – or rising above – all this, Nicholas Serota, has been in the job from the start. Tate Modern was his vision, and it still is, as he forges ahead with a £215m extension. Serota is often seen as a severe arbiter of artistic taste. And because he can look austere – especially when a camera is pointed at him – I had assumed a corresponding angularity of mind. What a pleasure to discover that I could not have been more mistaken. I found him charming from the word go. There was a question I was longing to ask him – before posing the questions from our readers and members of the art world – about his survival. What has kept him in his job – and at the top?

 

"Going into artists' studios and seeing new work," he replied without hesitation, "and realising it is as difficult to understand as it was 20 years ago. Artists are always challenging us to think again, to look again at the world and find new ways of discovering ourselves. Every time I go into a studio – and often when I go into a gallery – I find myself challenged and think: life is beginning all over again."

 

Serota's warmth, acuity and dedication – not to mention the amused gleam in his eye – make it easy to understand exactly why he has more than prospered in his job. His passion for art is unmistakable in everything he says. When I asked about his own personal highlights over the last 10 years, he described the "incredible" first day – 12 May 2000 – that Tate Modern opened "after seven years of working, with so many people, to create this extraordinary institution. The Turbine Hall had been empty for months and to see people come down that ramp and take possession of the building – make it theirs rather than ours – was a great moment."

 

Later, he described his own nifty version of taking possession of the place. In 2006, Carsten Holler installed colossal silver slides – a playground for grownups. Serota recalls the press day: "The press had been in for about three minutes. "Are you going to be the first down?" they asked. I found myself obliged to go to the longest slide, right at the top, and slide into a pen of press." This, he insists, was "great fun". But his most cherished memories are of making exhibitions: "Cy Twombly with Cy, the Donald Judd and Barnett Newman exhibitions. All these have been great shows to make and present at Tate Modern."

 

In the hour that followed – in which Serota was grilled on every possible subject – I was struck by the care with which he answered each question and his visible interest in the different ways in which people think about art – and Tate Modern. He was curious, often amused but never dismissive. There is so much to celebrate – and marvel at – as the Tate turns 10: "The astonishing thing to remember is that this is a part of London people didn't visit 10 years ago. I remember, just before we opened, one of our trustees, who had always been sceptical about Tate Modern, saying: 'But how are people going to find it?'" Ten years on, that is a joke question.

 

... recordar... é VIVER!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 20:59
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

... vendilhões!!!...

... ou... NÃO? 

 

... saberes que me reduzem,
artes que me alagam, não confundem,
museu que recorda momento mais conturbado,
cidade que se mostra por tanto lado,
diferente doutros tempos recuados,
mais fechados,
guerra que marcou viragem,
revisitar o visitado,
bem conservada na voragem,

 ... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}

 
não marcou pedra preciosa, afugentou perseguidos,
outro caminho, outro destino na união que se pretende,
passos perdidos, sempre me encontro junto ao rio,
reconstruídas algumas pedras que quedaram fora do sítio,
 ... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}


história que se evoca, adoração aos Deuses, religiões
que se praticam nos vários ritos,
clássicos que soam, entoam, se vendem nos templos,
concertos em locais apropriados,
quatro estações de Vivaldi, teatro de marionetas de D. Giovanni,
Mozart nas partituras que se concretizam,
Bach mais profundo, emotivo,
Shubert, Tschaikowsky, Beethoven, um sem fim,
 ... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}
grande motivo para mim,
 ... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}


íntimo, profundo, som cavo e avassalador dum órgão que soa
pelos recantos da ampla abóbada do templo,
passeio os olhos, oiço, contemplo,
iluminando frescos, ícones perpetuados até à cripta,
... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}
que homenagem,
barras d´ouro do BdP/ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}
local inapropriado quando se critica,
religião que se enaltece, rendição perante, quase se voa,
alma que se liberta, une ao divino, dinheiro que se entrega, troca,
se ganha, negoceia, mistura que perverte,
encanta, preenche, diverte,
... ou... NÃO? {#emotions_dlg.smile}
local sagrado,
... ou NÃO? {#emotions_dlg.smile}
espaço mais reservado,
cânticos, louvores, honras e bens materiais,
concertos como negócio na casa de Deus,
que fariseus,
hipocrisia mais digna de ateus,
confessos tão abertos
que misturam gáudios, gozos,
ligados a bens terrenais, mais concretos,
não respeitando, dos mortos, eternos repousos!!!... Sherpas!!!...

 

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publicado por sherpas às 21:49
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... bobos... de todos os TEMPOS!!!...


… por senda sombria, escusa,
entregue a pensamentos, solitário,
com traje de mendigo, farrapos,
se arrasta, prestimoso,
triste figura, disforme, confusa,
num passo miúdo, pressuroso,
levando no seu regaço, relicário,
mensagem de suprema valia,
com destino certo, preciso,
uma deusa, uma simples musa,
alguém, por quem se sente idiopatia,
entrega, esperança de quem a envia,
utilizando préstimos de tão vil criatura,
naco de gente, serviçal sem viço,
nódoa, réstia, escravo, mensageiro,
indigno de tal missão… alcoviteiro!!!...


… caminha rápido no sendeiro,
cumprindo recado, levando encargo,
um escrito, palavreado de enlevo,
carta de amor, tempos de alvor,
época recuada, cavaleiros, donzelas,
fidalgos, vilanagem,
tanta criadagem,
tontos, bobos… cobertos de andrajos,
sombras escuras, tantas penúrias,
caminhos, percursos, ignomínia, ocultação,
vidas, sem vida, incúrias,
medos com dores, assombração,
corpos sem mente, rasgo demente,
figura que se arrasta, que leva uma carta,
de pouca monta, sem ser… sem nada!!!...

… bobo, gargalhada a tempo inteiro,
quando no castelo, bufarinheiro,
uma espécie de animal doméstico, rafeiro,
cão de estimação, diversão,
sem lugar certo, quando desperto, cabriolando,
depenicando restos das comezainas,
fazendo gestos, piruetas, brincando,
usando o gesto, o jeito, arruaça,
metendo, na altura, aquela graça,
fazendo rir, serviçal dilecto,
abobalhado, sendo esperto,
enrolado aos pés de quem o sustenta,
pouca coisa, uma sobra, uma sombra,
uma gargalhada sonora… de quem o alimenta!!!...

… algo que não existe, um bobo, uma diversão,
que espanta, que assombra,
que só serve para fazer rir,
como mensageiro… um alcoviteiro,
ao serviço, sem vida, sem viço,
andrajoso, calcando caminho, pelo sendeiro,
ligação entre cavaleiro, donzela,
aproximação… escapadela!!!...

… tal como na idade média,
apesar dos anos, apesar dos tempos,
ainda existe gente intermédia,
por vezes me confundo, momentos,
quando vejo escudeiros,
quando oiço vozearia, sons de adagas, de elmos,
de armaduras, de escudos,
quando vejo bandeiras, brasões,
cortesãs, palafreneiros,
em casa dos senhores feudais, os mesmos,
tal como nos capitais, donos dos mundos,
tão actuais, tão cheios de ilusões,
fazendo dançar, fazendo cantar,
ouvindo tocar os menestréis,
artistas puros… hábeis!!!...

… produzindo sons de adufes, de pífaros, flautas,
no intervalo dos combates, das lutas,
tal como no terreiro, aquando das justas,
cavaleiros com ou sem armaduras,
perante donzelas puras,
no castelo, na vivenda, sentados, barulhentos,
tempos tristes, bem cinzentos,
com mesas fartas, lautas,
com diversão assegurada, no bobo que ri, que serve,
no plebeu humilde, passivo, de libré,
por vezes, alcoviteiro, no seu passo apressado,
dando cumprimento, fazendo recado,
calcorreando sendeiros,
caminhos sombrios, esconsos,
tanto agora, como dantes,
ridículos, abjectos, risíveis, meio tontos,
mensageiros prestimosos,
trazendo no peito, relicário,
como bênção, berçário,
como estigma, o servilismo,
não vislumbrando o abismo,
untuosos… pressurosos!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 20:48
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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

"¡Es el momento de las víctimas del franquismo. Saquen sus fotos a la calle!"

Actores, actrices, escritores, redes sociales y víctimas del franquismo han hecho esta mañana un llamamiento para que todos los familiares de las víctimas del franquismo acudan el sábado con una fotografía de sus desaparecidos y ejecutados a la manifestación convocada para este sábado, a las 18.30 en la madrileña plaza de Cibeles contra la impunidad de los crímenes cometidos durante la Guerra Civil y la dictadura.

 

... in http://www.elpais.com/articulo/espana/momento/victimas/franquismo/Saquen/fotos/calle/elpepuesp/20100422elpepunac_6/Tes

 

"Nos parece muy grave que las mismas personas que rompieron la legalidad para imponer el terror hoy utilicen las leyes para burlar a los descendientes de los que ellos mismos ejecutaron", ha explicado el poeta Luis García Montero.

 

"No pretendemos presionar a ninguna institución judicial pero nos creemos con derecho a protestar ante un acto que ensucia la democracia española". "Algunos políticos muestran sin velos su apoyo a Falange. Espero que el sábado muchos den su apoyo a las víctimas del franquismo", ha añadido.

 

Cartel de la manifestación convocada por artistas españoles para el sábado 24 de abril en apoyo al magistrado. Hilda Fartante, una de las familiares de víctimas que encabezará la manifestación del sábado ha explicado con rabia cómo los asesinos de sus padres, ambos maestros, presumían de ello. "Yo tenía cinco años cuando les mataron, y los asesinos bajaban a las tabernas y se jactaban de haber matado a dos o tres rojos asesinos... 74 años después, la misma jugada.

 

El juez que quiso juzgar estos crímenes sentado en el banquillo por Falange española".

Taty Almeida, de las Madres de la Plaza de Mayo argentinas, ha asegurado que su colectivo ha querido estar presente en la manifestación de este sábado porque "el dolor une a muchas madres" y ha animado a la gente a participar. "¡Fuerza! ¡No bajen los brazos! A nosotras nos llamaban las locas, las locas de la plaza de mayo, y estas locas van a cumplir ya 33 años".

 

Gervasio Puerta, presidente de la Asociación de Ex Presos Antifranquistas ha leído un comunicado en el que exigía, en nombre de todos los presos, el archivo de la causa contra el juez Baltasar Garzón: "En los procesos del franquismo, los abogados que nos asignaban no nos defendían. Y hoy he leído en la prensa que el juez Varela no defiende la justicia sino que ayuda a las personas que nos han denunciado..."

Carlos Agüero, coordinador de la oficina de atención a las víctimas de la Asociación para la Recuperación de la Memoria Histórica, ha anunciado que el encierro simbólico que ha tenido lugar estos días en defensa del juez Garzón y en contra de la impunidad de los crímenes del franquismo, terminará mañana con un concierto de Pedro Guerra, Luis Ramiro y Andrés Suárez y que esta tarde, a las 18.00 el abogado Carlos Slepoy explicará la querella interpuesta en Argentina por genocidio contra el régimen franquista.

 

También ha agradecido al rector de la Complutense, Carlos Berzosa, que les haya cedido la facultad de Relaciones Laborales de la Universidad como cuartel general de la memoria todos estos días y ha hecho un llamamiento a la participación en la manifestación. "Convirtámosla en un homenaje a todos los que murieron por nuestra democracia. Es el momento de las víctimas. Saquen esas fotos tapadas durante tanto tiempo. Hemos acompañado a la calle a otras víctimas mientas las del franquismo han sido invisibles. No les dejen solos ahora".

 

La actriz Aitana Sánchez Gijón, hija de un exiliado del franquismo, también ha llamado a la participación para protestar "por lo más grave que le ha ocurrido a la democracia española desde el 23-F".

 

Sara Velasco, representante de las redes sociales, ha explicado que la convocatoria de manifestación se ha extendido a 20 ciudades españolas y también frente a las embajadas españolas en Buenos Aires, París, Bruselas, Londres, México y Dublín. Luis García Montero ha aclarado que la manifestación convocada por Falange para ese mismo día, "ese acto más de provocación", no afectará a su protesta, con recorridos diferentes. Además, habrá un "dispositivo policial para evitar cualquier mezcla o enfrentamiento", ha tranquilizado a los familiares.

 

Human Rights Watch y Amnistía Internacional, con GarzónLa organización internacional de defensa de los derechos humanos Human Rights Watch (HRW) ha pedido hoy al presidente del Consejo de la Unión Europea, Herman van Rompuy, y los Estados miembros de la UE, que expresen su preocupación ante el eventual procesamiento y suspensión del juez español Baltasar Garzón "por investigar los abusos cometidos durante la dictadura franquista". "Garzón ha hecho esfuerzos para lograr justicia para las víctimas de violaciones de derechos humanos en el exterior, y ahora está siendo castigado por intentar hacer lo mismo en su propio país", expresó Lotte Leicht, directora de la oficina ante la UE de la organización.

 

Reed Brody, portavoz de HRW, ha confirmado su asistencia a la manifestación del sábado, así como representantes de las Madres de Plaza de Mayo argentinas.

 

También Amnistía Internacional (AI) ha condenado hoy "los escandalosos cargos contra el juez"."Por principio, Amnistía Internacional, no toma posición sobre personas bajo investigación judicial, pero en este caso, donde se enjuicia al juez Baltasar Garzón por investigar violaciones de derechos humanos pasadas, la organización no podía permanecer callada", ha dicho Widney Brown, director de AI.

 

"Investigar desapariciones forzadas, ejecuciones extrajudiciales y torturas nunca debería ser tratado como un acto criminal".

 

publicado por sherpas às 19:04
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