Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007

... algo vai mal com... os radares!!!...

 

Radares: 63.262 infracções no primeiro mês de funcionamento

0s 21 radares de controlo de velocidade instalados em algumas vias de Lisboa registaram mais de 63 mil infracções e «coleccionam» criticas de especialistas, a dois dias de completarem um mês de funcionamento.

 

O sistema de controlo de velocidade entrou em funcionamento às 09:15 de 16 de Julho, inaugurado pela então presidente da Comissão Administrativa da Câmara de Lisboa, sendo que as 63.262 infracções ocorreram até às 24:00 de 13 de Agosto, dois dias antes de perfazer um mês de entrada em funcionamento.

Este número poderá no entanto disparar nos próximos dias, uma vez que o sistema de comunicação (por fibra óptica) de alguns radares está com problemas e encontra-se em reparações.

«Alguns radares encontram-se com um problema na fibra óptica, em vias de resolução, que está a evitar a transmissão das infracções registadas nesses locais mas os radares não param de fotografar. Quando o problema for resolvido, iremos receber as infracções em atraso e aí o número irá aumentar», explicou à agência Lusa Lopes Rodrigues, comissário da Polícia Municipal de Lisboa.

Segundo Lopes Rodrigues, o número total de infracções dos «aceleras» fotografados em excesso de velocidade pelos 21 radares na primeira semana foi de 21.695, ao contrário das 17.788 divulgadas na altura.

«Os radares estão sempre a fotografar mas só enviam as fotografias para o sistema quando atingem um determinado número de infracções, daí os números serem um pouco diferentes dos divulgados anteriormente», esclareceu à Lusa.

Segundo os dados fornecidos à Lusa por Lopes Rodrigues, na semana de 16 a 22 de Julho foram registadas 21.695 infracções, 16.823 infracções na semana de 23 a 29 de Julho e na semana de 30 de Julho a 5 de Agosto, mais 12.162, sendo que o recorde de velocidade foi «batido» na Radial de Benfica com uma velocidade de 190 quilómetros/hora, mais 110 que o limite permitido (80 quilómetros/hora).

Desde a sua colocação que os locais e limites dos 21 radares de controlo de velocidade têm sido alvos de várias críticas como de Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal, que qualificou a sua colocação como «arbitrária» e «sem critério». O especialista em transportes do Instituto Superior Técnico, Fernando Nunes da Silva, partilha a mesma opinião, declarando foram colocados com base em «critérios desajustados da realidade».

As críticas surgem ainda da Internet, onde uma petição on-line que pretende que o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, substitua os limites de velocidade de 50 por 80 quilómetros/hora, conta até ao momento com 4.246 assinaturas.

O sistema de controlo de velocidade está instalado nas Avenidas das Descobertas, da Índia, Cidade do Porto, Brasília, de Ceuta, Infante D. Henrique, Estados Unidos da América, Marechal Gomes da Costa e Gago Coutinho e nos Túneis do Campo Grande, do Marquês de Pombal e da Avenida João XXI - onde o limite de velocidade é de 50 quilómetros/hora - e ainda na Radial de Benfica e na Segunda Circular, onde a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.

Os condutores que forem detectados a ultrapassar os limites de velocidade nestas vias incorrem em multas entre os 60 e 2.500 euros, previstas no Código da Estrada.

Assim, os veículos ligeiros ou motociclos que excedam em 20 km/h os limites nestas vias, dentro das localidades, poderão ter

Radares: 63.262 infracções no primeiro mês de funcionamento

0s 21 radares de controlo de velocidade instalados em algumas vias de Lisboa registaram mais de 63 mil infracções e «coleccionam» criticas de especialistas, a dois dias de completarem um mês de funcionamento.

O sistema de controlo de velocidade entrou em funcionamento às 09:15 de 16 de Julho, inaugurado pela então presidente da Comissão Administrativa da Câmara de Lisboa, sendo que as 63.262 infracções ocorreram até às 24:00 de 13 de Agosto, dois dias antes de perfazer um mês de entrada em funcionamento.

Este número poderá no entanto disparar nos próximos dias, uma vez que o sistema de comunicação (por fibra óptica) de alguns radares está com problemas e encontra-se em reparações.

«Alguns radares encontram-se com um problema na fibra óptica, em vias de resolução, que está a evitar a transmissão das infracções registadas nesses locais mas os radares não param de fotografar. Quando o problema for resolvido, iremos receber as infracções em atraso e aí o número irá aumentar», explicou à agência Lusa Lopes Rodrigues, comissário da Polícia Municipal de Lisboa.

Segundo Lopes Rodrigues, o número total de infracções dos «aceleras» fotografados em excesso de velocidade pelos 21 radares na primeira semana foi de 21.695, ao contrário das 17.788 divulgadas na altura.

«Os radares estão sempre a fotografar mas só enviam as fotografias para o sistema quando atingem um determinado número de infracções, daí os números serem um pouco diferentes dos divulgados anteriormente», esclareceu à Lusa.

Segundo os dados fornecidos à Lusa por Lopes Rodrigues, na semana de 16 a 22 de Julho foram registadas 21.695 infracções, 16.823 infracções na semana de 23 a 29 de Julho e na semana de 30 de Julho a 5 de Agosto, mais 12.162, sendo que o recorde de velocidade foi «batido» na Radial de Benfica com uma velocidade de 190 quilómetros/hora, mais 110 que o limite permitido (80 quilómetros/hora).

Desde a sua colocação que os locais e limites dos 21 radares de controlo de velocidade têm sido alvos de várias críticas como de Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal, que qualificou a sua colocação como «arbitrária» e «sem critério». O especialista em transportes do Instituto Superior Técnico, Fernando Nunes da Silva, partilha a mesma opinião, declarando foram colocados com base em «critérios desajustados da realidade».

As críticas surgem ainda da Internet, onde uma petição on-line que pretende que o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, substitua os limites de velocidade de 50 por 80 quilómetros/hora, conta até ao momento com 4.246 assinaturas.

O sistema de controlo de velocidade está instalado nas Avenidas das Descobertas, da Índia, Cidade do Porto, Brasília, de Ceuta, Infante D. Henrique, Estados Unidos da América, Marechal Gomes da Costa e Gago Coutinho e nos Túneis do Campo Grande, do Marquês de Pombal e da Avenida João XXI - onde o limite de velocidade é de 50 quilómetros/hora - e ainda na Radial de Benfica e na Segunda Circular, onde a velocidade máxima permitida é de 80 km/h.

Os condutores que forem detectados a ultrapassar os limites de velocidade nestas vias incorrem em multas entre os 60 e 2.500 euros, previstas no Código da Estrada.

Assim, os veículos ligeiros ou motociclos que excedam em 20 km/h os limites nestas vias, dentro das localidades, poderão ter de pagar coimas entre os 60 e os 300 euros; entre os 120 e os 600 euros se ultrapassarem o limite imposto em 20 a 40 km/h; de 800 a 1.500 euros se o excesso for de 40 a 60 km/h e de 500 a 2.500 euros se circularem a mais de 60 km/h que a velocidade máxima.

Para os restantes veículos, o excesso de velocidade é reduzido: coimas entre os 60 e os 300 euros para uma velocidade de 10 km/h superior à permitida; de 120 a 600 euros para um excesso entre os 10 e os 20 km/h; entre os 300 e os 1.500 euros para uma velocidade de 20 a 40 km/h superior à permitida e dos 500 aos 2.500 euros se a velocidade exceder a máxima em 40 km/h.

Diário Digital / Lusa

15-08-2007 10:15:00

 de pagar coimas entre os 60 e os 300 euros; entre os 120 e os 600 euros se ultrapassarem o limite imposto em 20 a 40 km/h; de 800 a 1.500 euros se o excesso for de 40 a 60 km/h e de 500 a 2.500 euros se circularem a mais de 60 km/h que a velocidade máxima.

Para os restantes veículos, o excesso de velocidade é reduzido: coimas entre os 60 e os 300 euros para uma velocidade de 10 km/h superior à permitida; de 120 a 600 euros para um excesso entre os 10 e os 20 km/h; entre os 300 e os 1.500 euros para uma velocidade de 20 a 40 km/h superior à permitida e dos 500 aos 2.500 euros se a velocidade exceder a máxima em 40 km/h.

Diário Digital / Lusa

15-08-2007 10:15:00

... serão os portugueses que... gostam de ultrapassar o permitido???... Gostarão de pagar ou tentam resolver... entupindo os tribunais com processos que se acumulam, não pagando???... Enfim!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 11:37
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5 comentários:
De Zé da Burra o Alentejano a 22 de Agosto de 2007 às 17:10
Passei com a minha mulher hà dias num dos locais onde estão os radares a indicar os 50 Km por hora (prolongamento da Av.EUA), à cautela circulei a 40 Km por hora. O limite é de 50 e não poderia ir no limite senão em vez de olhar prá estrada tinha era que olhar pró conta quilómetros, porque a tolerância é nula. O resultado foi muito interessante, pois disse-me ela: "Não quero que voltes a trazer-me por aqui!". Acho que vou aceitar a sugestão mesmo quando for sozinho e recomedo-a aos restantes automobilistas. Vamos despresar aquelas vias!

Zé da Burra o Alentejano
De sherpas a 22 de Agosto de 2007 às 18:30
... tens razão... oh Zé, difícil p´ra caramba manter a velocidade dos cinquenta em certos locais!!!... Passei pelo túnel do Marquês, com o radar dos cinquenta... desisti, comecei a passar por cima, como antigamente!!!... Havia necessidade de alterar, permitir um pouquinho mais!!!... Enfim, a Câmara de Lisboa... precisa de dinheiro, valente fonte de receita, penso!!!... Abraço do Sherpas!!!...
De Zé da Burra o Alentejano a 24 de Agosto de 2007 às 09:24
E há mais: Os limites de velocidade poderiam ser variáveis, como na Ponte Vasco da Gama, os “placards” até o permitem. Será que o risco de acidente é igual qundo se desce o túnel em direcção ao Marquês às 10H00 e quando se sobe em direcção às Amoreiras às 2H00 da madrugada sem qualquer trânsito?

Zé da Burra o Alentejano
De DC a 2 de Setembro de 2007 às 00:35
Adira ao movimento Lisboa+Viva (http://oeiraslocal.blogspot.com/2007/09/lisboaviva.html). Conto consigo se não concordar com a petição
De Pedro Lourenço a 4 de Novembro de 2010 às 22:59
Já que ninguém percebeu a associação eu explico:
A Cidade só recebeu Radares em pontos dispersos para não chocar os condutores pela inevitável "imposição técnica" da instação de Radares no túnel do Marquês, isto porque convinha não desprestigiar a obra faraónica de Santana Lopes.
Não fosse alguém lembrar-se de fazer a pergunta inconveniente "-Porquê só aqui no Túnel, o que há aqui tecnicamente errado?"
Assim se explica esta instalação aleatória sem nenhuma lógica nem estudo de mobilidade.

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