Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016

... TATE!!!...

... ali, sentado numa banqueta alta,

ombros encostados a espécie

de manjedoura corrida,

copo vazio, água na garrafa,

olhos postos no rio TAMISA,

barcos em série,

cheios de ávidos turistas, de contentores,

mais pequenos, formatos diferentes,

movimento bastante por baixo das pontes,

águas escuras, céu carregado de nuvens,

elegante, pedonal, velha conhecida,

do milénio, partindo do Tate,

museu muito meu, pleno de vida,

mesmo em frente da catedral de S. Paulo,

do outro lado,

a um passo, curto passeio,

visita, encanto, meu recreio,

repensando o dia, já a meio,

com companheira ao lado,

meu encosto, parceiro encantado,

gostos idênticos, caminhantes de sempre,

anos passados, um repente,

DSC01916

 

 

pequeno almoço no hotel, continental,

tal e qual, tão frugal,

fugindo ao breakfast inglês,

pesado, encarniçado,

ovos, salsichas, pedaços de porco,

feijões, fritos crocantes, chás ou cafés,

repetindo, consoante apetite,

buffet,

preparação, começando o caminho,

metropolitano ali ao pé,

usança do passe tirado na véspera,

por três dias, creio,

carruagens cheias de gentes diversas,

cores e credos,

consultando pequeno mapa da linha,

várias paragens, objectivo preciso,

Torre de Londres, um pouco mais,

edifício mais alto da cidade,

SHARD LONDON BRIDGE,

vontade tamanha, curiosidade,

nunca antes viste...

DSC01914

 

 

na proximidade, vista espactacular,

sobre o dito, sobre a ponte, sobre a torre,

esplanada simpática, sentámos,

pedimos algo, uma cerveja e uma água,

empregado solícito, poliglota, vivências,

buraquito no estômago, comia-se alguma coisa,

pedimos a ementa, refeições rápidas, petiscos,

conselho apropriado, graças e ditos, solvências,

riso alargado, espera, encontro,

uma emigrante portuguesa que s´aproxima,

rapariga nova, simpatia,

fome de contacto, que bonito trato,

conversa, recordações, partilha,

e... o tempo passa,

ali, sentados,

mesmo defronte, sobre o TAMISA,

eis senão... quando chega a “TAPA”

que nos maravilha, camarões grelhados,

bem arranjados,

regalo dos olhos, sabor portentoso,

conversa gostosa com nossa patrícia,

um “não acabar” de saudade,

portugueses fresquinhos,

acabados de chegar,

aconchegados, usufruindo espaço, presença,

quando se pensa...

DSC01924

 

 

beijos e abraços,

prometemos voltar,

continuámos trajecto,

sorriso e afecto,

ingredientes de pasmar,

cidade cosmopolita, variada nas gentes,

deste, doutros continentes,

ingleses também,

como nos sabe bem...

DSC01965

 

 

deambulando, como gostamos,

lá fomos

aproximámos da ponte do MILLÉNNIUM,

elegantérrima, pedonal,

éramos, no meio de tantos, mais um

turista ávido, sedento, unidos num,

grupinho restrito, como casal,

passámos por uma banda

do Salvation Army,

parámos, ouvimos, apreciámos,

contactámos,

fomos convidados a entrar,

conduzidos por uma diligente e amável

oficial,

sem preconceito, mui diligente,

percorremos salas, salões,

ao som da banda, postada no exterior,

trocámos algumas palavras com a CHEFIA,

ouvimos atentamente,

uma finura, um primor,

despedimos e... continuámos,

satisfeitos, rumo ao MUSEU,

minha mulher e eu...

DSC01952

 

 

lá estava, como sempre,

saudade que mantemos,

bem diferente entorno,

início dum sonho,

concretizado, com êxito,

espaço de criatividade, imaginação,

variados temas, evolução,

várias exposições,

fotografias, composições,

ser humano que se transpõe,

s´ultrapassa,

não pára, surpreende,

modifica, inventa,

quanto nos tenta,

agradável, braços abertos pr´ó MUNDO,

toca-nos bem, conhecimento profundo,

vista soberba sobre o TAMISA,

restauração que nos satisfaz,

bar panorâmico, paragem, descanso,

introversão,

minha ilusão,

doce recanto, agradável remanso

que não dispenso,

quando por ali m´encontro,

sinto-me bem,

quanto conforto...

DSC01970

 

 

a VIDA, como ela é,

sem vedetismo exacerbado,

ARTE, em qualquer COISA,

em qualquer parte,

maneira diferente de ver,

no simples facto d´existirmos,

de fazer,

DSC01951

 

 

como a penso,

não descurando outras,

tão nobres,

tão dignas como as que nos mostra,

nos espanta,

nos enobrece,

não esquece,

DSC01955

 

 

soco na face,

repentino,

chamamento,

na altura, no momento,

no TATE, nas salas,

nas obras expostas,

modernas, vanguardistas,

quase esquisitas,

ali, sem menorização,

equilíbrio que se pretende,

rasto do ser,

rasto do homem que cria,

quanta fúria, quanta alegria,

quanta harmonia...

DSC01976

 

bom pedaço do dia,

minha doce fantasia,

MUSEU que muito me diz,

não se contradiz,

existe, faz parte,

pura vivência como arte...

DSC01963

 

 

carrossel de cores que se juntam,

de formas que as embelezam,

recordatório dum MUNDO passado,

duma realidade que se mostra,

dum absurdo que nos motiva,

composições que nos fazem pensar,

ajuntamento do trivial,

que é presente,

dum futuro que é tanta gente,

esperança ridente,

tesouro mil,

encantos que nos tocam,

quando expostos, quando se focam,

pormenores que se combinam,

agregam, nos animam,

salas que são sonhos,

fotosque se desnovelam,

pretos e brancos soberbos,

fauces que nos inebriam,

quanta imaginação, quanta arte,

quanta criatividade, qualquer parte,

quanto devaneio, previsão,

uma chama, um desejo,

pura emoção,

enquanto percorro, aprecio, vejo!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 07:37
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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2016

... Caravaggio!!!...

... nunca considerei,

como perda de tempo,

horas e horas, dias e dias,

recordando o que sei,

muitos meses,

anos até,

por onde passei,

buscando locais recônditos,

a pé,

sítios escondidos,

 

ruelas velhinhas,

parcas vestes,

farpela,

população que s´atropela,

bairros humildes,

gente à janela,

pergunta, por vezes,

atenção redobrada,

explicação pormenorizada,

interrogação contínua,

íngreme,

a rua,

 

 sorriso na cara,

encantamento,

desconhecimento,

também,

de lado para lado,

com mapa na mão,

indo,

ilusionado,

 

pintura num quadro,

arte antiga,

espanto,

exposição,

cadeiras, em frente,

faceira que resta,

igreja de sempre,

pobre, tão rico,

abastado tão pobre,

gente que sofre,

cônscio penitente,

 

 disfarçada no casario,

placa na parede,

um credo, rosário,

pedido, misericórdia,

cobiça,

discórdia,

subindo,

descendo,

estendais de roupa,

gentes, cores,

rodopio constante,

labirinto bem vivo,

perto do calvário,

entorno cativo,

quase sacrário,

 

quanto visitante,

janelas multicores,

ares condicionados

que s´amontoam,

vozearia bem alta,

são gritos,

são dores,

lá vamos,

cansados,

estando perto,

perdidos,

 

 gesticulação tão própria,

revés,

enfrentamento,

condição humana,

ciúmes na rua,

gritaria que nos chama,

 

quase atordoa,

intensidade q´emana,

calor tão intenso,

aglomerado sufocante

paragem, numa nesga,

sufoco,

a pouco e pouco,

 

gelado refrescante,

quando lembro,

assim o penso,

razão de quem clama,

“tribunali na via”

igreja que se não encontra,

misericórdia,

missão,

 

pobres em chusma,

negócios pequenos,

curvatura,

gritaria na alto,

rotura no chão,

socalco,

 

encontrão,

sorriso na cara,

suor que m´inunda,

dor nas pernas,

vontade s´avoluma,

destino mais próximo,

são verbos,

são verbas,

oratória, também,

casa de culto,

religião,

como albergue,

junção duma vontade,

dispersão,

 

gosto que m´inunda,

recuperação do meu tempo,

comiseração,

pintura que se mostra,

museu tão disperso,

capelas de culto,

obra maior,

de vulto,

 

realidade,

cadeiras defronte,

meia dúzia, se tanto,

encontro,

emoção,

MISERICÓRDIA plasmada,

são olhos, silêncio,

demora, encanto,

 

deslumbramento, perante...

 

expressões não mudam,

seculares ou d´agora,

minha alma chora,

quedo petrificado,

ali, sentado,

cor que m´inunda,

sombria, d´acordo,

vestimenta diferente,

aprecio,

recordo,

 

enalteço,

e... o tempo passa,

quase esqueço,

igreja modesta,

perdida numa ruela

de gente humilde,

casario,

a um canto

uma vela,

 

sentimento que s´explora,

entrega, oração,

reconhecimento de mestre maior,

esplendor que perpassa,

nos toca cá dentro,

encantamento,

coração,

lá fora,

 

 

mágico momento,

como tantos outros,

locais diferentes,

burburinho que se dissolve,

vida que corre,

saída forçada,

imagem grandiosa,

bonita, formosa,

secular, recuperada,

cicio em segredo,

exposta...

como símbolo,

grito que grita,

MISERICÓRDIA que nos toca,

luzita q´enfoca,

cadeiras defronte,

cá dentro... lá fora!!!... Sherpas!!!...

 

publicado por sherpas às 18:52
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2016

... caravela portuguesa!!!...

... contornei,

senti alguma repulsa,

não pisei,

informe, arrastada por marés,

ali parou seu percurso,

no areal, não assusta,

só descuido, quando colocam os pés,

pode provocar alguma dor,

seja cá,

em qualquer lado, onde for,

 

de cá, para lá,

incerto destino,

invertebrado bem conhecido,

medusa ou alforreca,

da família dos cnidários,

que, quanto maior

mais intensa a queimadura,

que se sente, enquanto dura,

pode matar... porventura,

há quem a compare com certos “humanus”

pela falta d´inteireza, dignidade,

verticalidade

que nos proporciona a coluna vertebral,

nos torna mais normais,

exemplos,

quando nos comportamos,

apesar das marés,

sem causar repulsa,

desapego,

contra marés, contra ventos,

bem assentes no chão,

os pés,

cabecinha em cima dos ombros,

sem maviosidades,

eloquências,

disparidades que s´aventam,

disseminam,

através

dos órgãos de comunicação,

tocava vários instrumentos,

mais de sete,

bastantes,

como certas personalidades conhecidas,

de muito antes,

de muito antes,

grande feito,

enorme defeito,

porque resultado é defeituoso,

na música, quando se tenta,

vai-se a harmonia,

nickles de melodia,

pura cacofonia,

 

multicidade,

som confuso,

baralhação, resultado pernicioso,

tentativa ridícula,

abstrusa,

nada formosa,

quanto oculta,

da mesma família da alforreca,

quando s´estuda,

quando se disseca,

original nome,

meio de locomoção diferente,

caravela portuguesa,

conjunto

de “zooides” com “gonozooides”

ostentando seus gonoforos específicos,

machos e fêmeas

com objectivos precisos,

reprodução,

utilizando o vento,

como meio de deslocação,

em qualquer oceano do MUNDO,

indo ao fim,

indo ao fundo,

não,

não somos originais,

vela latina,

semelhança,

natureza sábia que nos ensina,

para o bem,

para o mal,

assim somos...

em Portugal,

observadores,

atentos,

vamos fazendo,

vamos criando,

abrindo processos, caminhos,

infinitos, escabrosos,

quantas vezes,

tenebrosos,

desde que nos aventurámos,

conquistando o que era dos outros,

mundinho de loucos,

colocando padrão,

escravizando,

vendendo ao desbarato,

abusando do mais fraco,

 

juntando ao de maior VULTO,

lambuzando...

escolhendo o que há de melhor,

pior, na essência,

cruzada,

inquisição,

através da perseguição,

imposição,

botando “bocas” tresloucadamente,

emprenhando através d´olhos,

d´ouvidos,

fazendo “fãs” e...

muitos queridos,

clubistas a sério,

inchando peito,

fazendo CRER,

dando dores,

fazendo MORRER,

 

sobrevivência deste “cadinho”

albergue de tanto “escaninho”

que medra,

se supera,

não liga,

copía, presta vassalagem,

pura sacanagem,

quando “ora” pede perdão,

permissiva religião,

que não dá exemplo,

critica,

instiga

mas... não expulsa,

 

não excomunga,

tal como a “justiça”

que...

não investiga, não castiga...

vi, não pisei,

passei ao lado, contornei,

senti alguma repulsa,

no areal,

não assusta...

da mesma família,

objectivo preciso,

“Caravela Portuguesa”

arrastada pelo vento,

ao sabor da maré,

causa queimadura dolorosa,

incerto destino,

invertebrado,

com cartilagem,

sem cartilagem,

reprodução,

machos, fêmeas,

colónia de zooides

com quatro tipo de pólipos

ou mais...

na “caravela”

não senti-la,

é vê-la,

em todo o MUNDO,

indo ao fim, indo ao FUNDO,

assim funcionam os KAPITAIS,

também...

ora mal, ora bem!!!... Sherpas!!!...

publicado por sherpas às 18:06
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2016

... REGISTO!!!...

... profundamente indignado,

virando costas a serviço,

público... agora privado,

indiferente,

quando se não trata bem a “gente”

com agrado, empatia,

quebrando regras confusas,

sem facilitismos,

nunca gostei “da cunha”

compadrios, quejandos,

apostando na meritocracia,

rejeitando “estória” da influência,

tão nomeada

por certa excelência,

grande trunfo,

maior valia,

conhecimento do que se busca,

árdua tarefa, para alguns,

denegando

encosto, conforto do negligente,

inútil entre inúteis,

sociedade perniciosa que rejeito,

minha índole,

meu jeito,

favor,

com favor,

seja aqui,

seja onde for,

não cabe, nem ao mais “pintado”

sendo público ou... privado,

 

rigidez,

inflexibilidade sobre comum cidadão,

continua existindo,

por vezes deparo,

alteio voz,

faço reparo,

gero desagrado,

desafeição,

 

escrevo sobre assunto,

conto,

reconto,

sem intenção,

transformo centena em milhar,

quando lembro,

lei q´existia,

me favorecia,

então,

relaxe duma situação,

voltas,

reviravoltas que dei,

não consegui recuperar balúrdios,

injustos,

com lei e tudo,

nem adivinhas,

corri meio “mundo”

só parei no “cofre do “PATINHAS”

receio que me caia em cima,

sem parar,

sem reparar,

sem atentar,

gato escaldado não s´arrima,

quando surge,

como foi o caso,

coloco-me de pé atrás,

seja público, seja privado,

acabo, por escrever,

recontar,

 

sempre ouvi dizer

que pelos e com os pequenos,

se fazem grandes PAÍSES

sem beijos, sem abraços,

com bolos, com bolos,

sorrisinhos a perder de vista,

medalhitas a rodos,

seus tolos, seus tolos,

exemplos que não são exemplo,

justiça que não serve,

quem arrisca, quem arrisca,

água amarga que se bebe,

reizinho de certo pendor,

favor,

com favor,

tanto no público, como no privado,

não petisca,

simpatia que desborda,

entre os mais,

entre os menos,

gregos, troianos,

quantos,

quantos enganos,

mantendo espécie d´ilusão,

criando grande confusão,

sofridos,

continuam sofridos,

palmadinhas, muitos elogios,

maneira d´estar, estando,

maneira de ser,

sendo,

vou vivendo,

passando,

aplaudindo,

avaliando,

rindo,

criticando,

chorando,

quando menos s´espera,

acontece,

memória não esquece,

precavido,

rápido no pagamento,

continhas em dia,

desconfiança,

não me fio na contradança,

tanto no público,

como no privado,

certinho comigo, com os outros,

vida ensina,

cativa,

não cativa,

bom, mau recado,

incentiva,

direito que nem fuso,

rejeitando lei do parafuso,

na “época” do faz-de-conta,

quando s´erra,

quando s´aponta,

era ou não era,

uma vez,

sem idade para imbecilidade,

idóneo,

amante da honradez,

da verdade,

assim me creio,

justo com o justo,

vivo meu credo,

faço meu “mundo”

vou ao cerne, vou ao “fundo”

indago

e... pago, pago, pago...

como qualquer comum cidadão,

quase sempre a dobrar,

aumentando,

com intenção,

mais, menos tostão,

que faz tanto milhão....

depois d´ausência,

abri caixa do correio,

publicidade que farta,

destino certo,

caixote da reciclagem,

aqui ao lado,

bem perto,

uma q´outra correspondência,

confirmação do que já sabia

e... um AVISO,

logo à ideia me veio,

pelo destinatário,

minha mulher, seu carro,

multa de trânsito,

mais outra,

quanta vigilância,

suma extravagância

de quem zela pela nossa carteira,

radar não engana,

imposto de primeira,

convocação para pagar,

ou transita para tribunal,

assim é PORTUGAL,

quando prevarico,

pago,

mas brutal problema,

minha cara metade

teve medo do calor alentejano,

dilema,

nem mais pobre,

nem mais rico,

agarrei em tudo que m´identificava,

casado há umas dezenas d´anos,

comunhão geral,

tal e qual,

 

tanto no público, como no privado,

simples parafusos,

bocadinho de bom senso,

assim o pensei,

assim o penso,

que não,

tinha de ser assinado pela própria,

número de BI e... apresentação,

esclareci,

reclamei,

apelei,

em vão,

mal chegado

à terrinha do meu agrado,

membro da família em questão,

ausente,

por inclemência do clima,

cai-se-me um REGISTO em cima,

sabendo, d´antemão,

qual o assunto,

quanto mais vou vivendo,

mais lamento,

gentinha sem discernimento,

 

 

tanto no público, como no privado,

regra inflexível,

tão rígida,

indignado,

virei costas,

porque posso, ainda válido,

embora idoso,

fiz a vontade aos parafusos,

 

como outros,

incapazes,

reizinhos de “caca” em certos serviços,

quanto lamento,

não era favor,

não era segredo d´ESTADO,

calculava coima de trânsito,

imposto inesperado que surge,

radar no sítio certo,

pequena falha,

pézinho que calca,

q´ultrapassa,

fica registado,

 

fiz dobrar,

quando tomei conhecimento,

c´assinatura,

identificação da minha mulher,

minha, também,

que fica bem,

é assim,

ganharam os “parafusos”

sem compreensão,

sem um pouquito de senso,

cumprindo regra,

não respeitando idade,

não atendendo ninguém,

resumindo,

fui a LISBOA pela auto-estrada,

logo a seguir à minha chegada,

regressei,

por causa dum AVISO,

duma ausência,

dum REGISTO,

confirmei,

não gosto de relaxar,

contas antigas,

gato escaldado,

continhas certas, pagamento, na hora,

porque ainda posso,

caso resolvido,

caso arrumado,

tanto no público, como no privado,

 

opções,

em determinadas ocasiões,

não servem,

carregam nos fracos,

quebram regras ao mais elevado,

protegendo,

e... nós,

continuamos pagando, pagando,

a “duras penas”

com bolos, com bolos,

sorrisinhos, beijos, abraços,

medalhitas a rodos,

neste cantinho de tolos,

que, poderia ser

um GRANDE PAÍS,

facilitando, fazendo FELIZ,

evitando

danos, prejuízos

aos mais pequenos,

comezinhos,

comum cidadão que paga,

paga,

aguenta “barbaridades”

frialdade de quem atende,

que tristeza de “gente”

menos mal que há OUTRA alternativa,

que me seduz, cativa,

via CTT, ora bem,

logo se vê...

 

porque não mudas???...

 

já não surpreende,

exige... não entende,

uma...

entre outras “verdades” absurdas!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 14:56
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016

... expulsos, por... negligência grosseira!!!...

 

deambulávamos,

olhávamos através de cavidades na face,

avaliávamos,

não falávamos, não ouviamos,

iamos,

caminhando

por uma TERRA tão diferente,

vazia de gente,

 

sombras, como nós,

apenas,

oásis semeados, em alguns locais,

pouco mais,

pouco mais,

quantos dolos,

duras penas,

 

 

arrependimento tardio,

constatação,

grande vazio, oportunidade,

mera excepção,

 

 

sentia-me esquisito,

via-me a mim,

a outros que não reconheço,

sem identidade,

incomodado,

alguma aversão,

estranha sensação,

... quando penso,

 

 

centenas d´anos atrás,

milhares, milhões, espaço incrível de tempo,

bem alargado,

doído, preocupado,

sem rosto também,

ninguém,

 

 

reflexo indistinto no turbilhão da corrente,

regato veloz, ribeiro q´engrossa,

quando m´aproximo,

verifico na poça,

 

 

todos os seres,

do ínfimo ao mais pequeno,

não distingo,

maior ausência,

antiga excelência,

sem um “pingo” de gente,

sequer,

deixou de ser,

 

 

nos píncaros da montanha,

focinho virado para a LUA,

já noite, início ou... fim do dia,

não sei precisar,

confuso,

dormindo, acordado,

fantasia, realidade,

mentira, verdade,

 

 

andando,

sem parar,

sem audição, lobo uivava

certamente,

perante sombras que não são gente,

urso à beirinha do riacho, estático,

olhando fixamente,

 

 

vacas, bois,

burros e cavalos pastavam,

neófitos saltitantes, no prado,

verdes d´encanto, vida plena,

laivos escapantes da voragem,

destruição a esmo,

numa que outra paragem,

visão amena,

sombras... olhavam,

 

 

segundo as escrituras,

quando, a ADÃO e EVA, se referem,

vidinha boa no ÉDEN,

muito antes da “TRINCADELA”

com agravo, consequência,

expulsos do remanso,

das farturas,

 

 

calor, frio,

sofrimento,

está escrito,

assim proferem,

ganharás o pão

com o suor do teu rosto,

conclusão,

quanto desgosto,

 

 

depois de tanto desaforo,

mal provocado,

chacinas mil,

alquimias imperfeitas,

cicatrizes profundas,

assim creio,

não duvido,

quantas maleitas,

imundas,

 

 

extinção na certa,

visitantes,

sombras esbaças,

quão vorazes,

simples espreitadela,

MUNDO melhor,

sem incapazes!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 11:29
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2016

... entre... quatro paredes!!!...

... entre quatro paredes,

segredo que não transparece,

ódio que s´avoluma,

ciúme que não esquece,

 

amor que se dissolveu,

rotina que s´instalou,

carência q´apareceu,

dissonância que s´entranha,

desamor que não engana,

“encolhido no seu canto,

o que fora tão querido,

supremo encanto,

ouvia o que o pai dizia,

via o que sua mãe fazia,

simples apêndice,

um filho”

 

anuência tão aparente,

gesto repentino,

grito avassalador que surge,

estrondo inadequado,

tão sózinho, amargurado,

juntinho, tão afastado,

 

 

gregário que se desagrega,

injúria, desaforo, refrega,

face tão enrugada,

aspecto, com desafecto,

 

isolamento, acompanhado,

tanto aqui, como em qualquer lado,

numa vivenda bem formosa,

rebento ruidoso, tão calado,

 

 

“sentia-se um entretanto,

pormenor sem importância,

quanto desencanto,

mera substância”

 

prédio de vários andares,

apartamento, fortaleza rochosa,

porta cerrada, azares,

hecatombe que surgiu,

repentina,

foi origem, quebrou rotina,

 

 

cabeça que desatina,

mesa ampla, sem alimento,

cabana que não é cobiça,

gente pobre, gente rica,

 

“não, não eram exemplo,

feras terríveis,

ataques contínuos,

grito tremendo,

esgares incríveis,

segredos, amuos”

 

 

entre quatro paredes,

sentimentos que s´atropelam,

injuriam, interpelam,

 

raivas que soam tão alto,

agressão que causa mossa,

culpa minha, culpa tua,

tão afastados da rua,

 

 

arrecadado,

bem apartado,

aflição que desembesta,

resposta que não contesta,

arremesso, grande encontrão,

desafago, muita agressão,

de discussão em discussão,

 

“tornou-se norma,

ambiente pesado,

guerra aberta, logo após a porta,

entre paredes, feitio e forma,

já preparado,

refúgio, abrigo,

todos os sentidos,

olhos e ouvidos,

pele q´arrepia,

pensamento fechado”

sabor amargo

num gosto, sem gosto,

olfacção desabrida,

na fuga, corrida,

 

 

inimigos que foram amigos,

casal desavindo,

uma que outra razão,

contraciclo, desunião,

de agressão em agressão,

 

consequências em fusão,

futuro sem ilusão,

quebra, desacabamento,

esquecido o casamento,

início de grossa explosão,

 

 

tanta alegria esquecida,

tanto passeio, recreio,

sossego que foi enleio,

tanto enlevo noutra vida,

 

“por vezes acalmava,

afagos tão raros,

um beijo profundo,

carícia, desejo,

só oiço, não vejo,

respiro bem fundo”

 

 

falha grave, falta de tudo,

grande culpa do MUNDO,

perigoso, tão confuso,

quanto receio, quanto abuso,

 

mais um caso, entre tantos,

conflitos domésticos, enganos,

entre quatro paredes,

quando me gritas, m´ofendes,

 

drama que s´adensa,

irracionalidade que não pensa,

gesto irado, ameaçador,

objecto cortante provoca dor,

 

 

“foram alegrias, desvarios,

amores sem fim,

gargalhares sentidos,

gozo inebriante,

muito antes de muito antes,

cúmplices, amantes,

fruto do ventre,

num óvulo presente,

junção c´a semente,

início tão belo,

principe singelo,

futuro auspicioso,

tempo formoso”

 

desperfeito físico, tragédia,

cometimento que brada aos céus,

jorra sangue pelo chão,

olhos abertos, incréus,

 

 

fim do acto, grande drama,

desvaiarada, quando chama,

auxílio que se precisa,

quase apática, tão fria,

 

rol d´imagens se sucedem,

culpa que não assume,

ouve ruído nas escadas,

imagens cruas, paradas,

som aflitivo, grande volume,

estranho q´entra, rompante,

auxílio desnecessário,

corpo inerte, exangue,

vivo, morto, obituário,

 

“escondido num canto,

quanto desencanto”

 

arrastamento, em tropel,

maca, lençol que cobre,

alvoroço sem quartel,

discussão q´acaba em morte,

 

 

acabrunhado,

tão sózinho, lacrimejante,

vida curta, vida dura,

grande dor, mal sem cura,

ao DEUS dará, abandonado,

 

autoridade que se perfila,

investigação, papelada,

algema em mão assassina,

prova guardada, tão fina,

simples faca da cozinha,

 

“entre quatro paredes,

lâmina tão fina,

no chão da cozinha”

 

 

encerrada a questão,

egoísmo, sensação,

algum devaneio pelo meio,

falha de tudo, qualquer coisa,

talvez abuso,

incompreensão,

 

“manhã tão nebulosa,

entre um pai e uma mãe,

incerta, na certa,

rinha sangrenta, desfecho calculado,

escancarada a porta,

círculo que s´aperta,

terrífico cenário,

no antes, no errado,

no trágico também”

 

 

vítima que se junta a outras,

mais surgirão,

quantas paredes, sem montras,

quantos gritos, em surdina,

quantos conflitos, na cozinha???... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 16:39
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Segunda-feira, 4 de Abril de 2016

... GANÂNCIA!!!...

É o dinheiro,

é a ganância,

ambição desmedida,

é o QUERER,

em toda a sua pujança,

PODER de toda uma vida,

superioridade exacerbada

egoísmo,

como lida

 

 

orgulho,

numa manada

d´uma BESTA assumida

cancro terminal

em corpo carcomido,

dependência VITAL,

num ser mais que vencido

 

 

uma torpeza,

uma baixaria,

defeito desgarrador,

sinal de VILANIA

do que se considera

SENHOR

 

 

vil METAL,

duro, SUJO,

que corrompe,

que corrói,

dum homem faz um SABUJO,

que tanto mata,

como destrói...

 

 

 

é o DINHEIRO,

é o PODER,

é a extrema deturpação

dos que têm muito para comer

 

procedem com emoção,

roubando,

destruindo

chegando até a MATAR

espezinhando,

fugindo…

 

sempre,

sempre,

sem parar,

pela GANÂNCIA,

pela ambição

pelo egoísmo,

pela vaidade

por essa eterna MALDIÇÃO,

TRISTE poder,

amarga SUPERIORIDADE!!!... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 11:26
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Segunda-feira, 29 de Fevereiro de 2016

... logro... abissal!!!...

... imensidão,

olhar que não abrange tudo,

toalha líquida, impressão,

quanta dúvida, pretensão,

sonho, recordação,

grande parte do MUNDO,

suspiro profundo,

ambição,

 

 

impedimento,

ao princípio,

fim de tudo, fim do MUNDO,

monstros assombrosos,

medos tão grandes,

fronteira inacessível,

quão incrível,

fúrias que continham,

indecisos, receosos,

respeito pela inclemência,

 

 

bem à beirinha,

sem grandes aventuras,

alguns sonhos, escassos conhecimentos,

sempre presente,

única saída,

muitas agruras,

 

 

pensamento constante,

no cimo da frágua,

consultando canhenhos,

cartas, registos,

ideia que s´enquista,

pensando mais além,

para lá da toalha líquida,

uma fuga, uma fugida,

 

 

avanço, recuo,

a pouco e pouco,

tresloucado,

iluminado, não louco,

 

 

fainas piscatórias,

naves maiores,

ida, com terra à vista,

ventos, marés,

pequena conquista,

 

 

velas, cordames, vetustos,

bem fortes, robustos,

cautelosos, perante,

viandante racional,

pertinho do local,

 

 

fomo-nos familiarizando,

continuando, continuando,

sob espertas personalidades,

mais longe, nos propusemos,

tudo conseguimos, fizemos,

 

 

sacrifícios, muito denodo,

contactámos um TODO,

demos MUNDO, fomos TUDO,

mar foi nosso, caminho adentro,

viagem interminável,

heróis, santos, conquistas,

longe do cantinho, longe das vistas,

 

 

quanta entrega,

quanta aventura,

história tão rica que perdura,

sobrevivência dum POVO,

navegadores, pescadores,

frotas, nosso orgulho, grande valia,

mestres, paixão,

grande empatia,

 

 

prolongamento,

aproximação,

quando éramos uma NAÇÃO,

soberanos e soberania,

início da globalização,

 

 

quanta,

quanta exploração,

coisas boas,

coisas aberrantes,

tanto agora, como dantes,

inconvenientes,

sofrimentos,

apagamentos, pobres gentes,

desfocação,

foi-se a grandeza,

ainda queda a ilusão???...

 

 

... oh mar,

mar salgado,

quantas das tuas águas

são lágrimas de Portugal ???... Sherpas!!!...

 

 

publicado por sherpas às 06:22
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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2016

... quando acordei!!!...

... hoje, acordei inglês,

lembrei minha primeira vez,

viagem a Inglaterra,

depois de percorrer boa parte da Europa,

passagem, de barco, para a ILHA,

agora, já se vai por terra,

TUBO por baixo do CANAL,

deixou de ser, continuando sendo,

simples cordão umbilical,

 

 

não abdicando do que são,

orgulho NACIONAL,

“PROUD” lhe chamam,

quando se convencem, quando clamam,

país da LIBRA, da rainha,

do conservadorismo,

como uma pinha,

 

 

alguns laivos de modernidade,

músicas que são encanto,

berço dos que foram, que são,

como NAÇÃO, criativos, seus filhos,

imaginação,

grandezas, baixarias tremendas,

poucas emendas,

 

 

sairam,

ficando em qualquer recanto da TERRA,

comunidade que se mantém,

preito,

indo pela esquerda,

na condução,

mui subtis, mas infernais,

bons, maus exemplos,

quando se trata de KAPITAIS,

 

 

cidade que muito aprecio,

população cosmopolita,

que nos agrada, cativa,

peixe e batatas fritas,

bifes, em casas apropriadas,

longas avenidas,

parques, museus, catedrais,

muitas, variadas,

 

 

teatros antigos,

Shakespeare,

todo um tratado literato,

dramaturgo, ficcionista,

densa, complexa lista,

 

 

auge do bem representar,

do bem saber escrever,

profícuo,

iníquo,

comparando com outros,

tão ou mais,

origens diversas,

comuns,

não adversas,

 

 

travessia ventosa,

fria, custosa,

de Calais para Dover,

condução diferente,

outra gente,

 

 

parque de campismo,

imediações da grande urbe,

completamente extasiado com o que via,

ainda sinto a emoção,

grande avenida, Oxford Street,

armazéns em borbotão,

 

 

roupas, adereços diversos,

calçados tão dispersos,

multidão,

pouco dado, não entrava,

aguardava,

ia vendo,

apreciando,

de pé ou sentado,

 

 

quando, num banco,

conversa casual com um senhor maior,

indígena, tá bom de ver,

usando meu palrar deficiente,

consegui fazer-me entender,

fraco conhecimento,

rudimentos de liceu,

o inglês, muito meu,

 

 

contacto proveitoso,

início do que faria, em qualquer país,

como quem diz,

fazendo-me perceber,

fraca ferramenta,

quando não se tem,

tudo se inventa,

 

 

um gesto que surge,

um sorriso,

entendimento perfeito,

sempre à mão, sempre a jeito,

um primor,

sim senhor,

 

 

hoje,

hoje acordei inglês,

recordei minha primeira vez,

cidade amor, cidade paixão,

minha ilusão,

 

 

com chá, com simpatia,

mui enfaticamente,

meu trato, compreensão,

tinha sido capitão,

 

 

era pai de professora,

vivia em Dover,

agora, reformado,

dos barcos que atravessavam o canal,

tal e qual,

 

 

na despedida, com aperto de mão,

com convite,

aquando do regresso,

aceitação,

 

 

não concretizada,

o tempo... passa!!!... Sherpas!!!...

 

 

 

publicado por sherpas às 14:05
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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2016

... azedas!!!

… tempo delas, costumava ser mais tarde,

como imenso palco da vida,

numa caminhada, simples protagonista,

calcando macio extenso verde

pontuado por floritas amarelas,

as azedas,

 

 

caule esguio, sumarento, sabor amargo,

quão enlevado ao vê-las,

saudade que acalento,

afago,

 

 

ainda agora recordei,

a partir de Fevereiro, início da Primavera,

quando criança liberta,

se bem me lembro,

pensei,

 

 

natureza formosa,

campo coberto, outras vidas,

folhinhas de trevo,

três, não mais,

de quatro, mui raro, sinal de muita sorte,

amargo na boca do pobre,

outros iguais,

quantos sabores, ervas conhecidas,

 

 

descortinando segredos,

juntinho a ribeiro cantante,

águas cristalinas, abundantes,

muito antes, muito antes,

invernia de muita chuva,

um molhinho de poejos,

 

 

muita ânsia, sem corridas,

sem medos,

fragrâncias s´iam sentindo

quando na busca dum ninho,

numa árvore mais frondosa,

por sendas bem exploradas,

alecrins e rosmaninhos,

num Alentejo tão natural,

cantinho de Portugal,

tendo uma base verdosa,

tão cheiroso, colorido,

 

 

integrado em pequeno grupo,

mesmo intento, deambulando,

sonhando,

quanta maravilha, ainda criança,

quanta esperança,

 

 

andando sem parar,

colhendo alguns caules,

mastigando,

sabor azedo, entretém,

num contínuo vaivém,

 

 

bem pertinho de mim,

à sombra dum chaparro,

camponeses comendo dum tarro,

açorda quentinha, ainda,

ambiência formosa, tão linda,

 

 

bem pincelado, a esmo,

campo de tanto espanto,

sempre diferente,

sendo o mesmo,

 

 

consoante altura do ano,

numa infância d´encantar,

que bem,

que bem,

meu berço, meu doce lhano,

 

 

quadro que ficou na retina,

flores diminutas,

amarelo vivo,

quão ilusionado,

cativo,

 

 

planuras a perder de vista,

pequena colina que surge,

foram-se anos, de fugida,

curta passagem,

repentina,

 

 

invernia tinha sido forte,

ainda chovia bastante,

por vezes, surgiam dias claros,

tudo se compunha,

revertia d´aparente morte

 

 

aproximação da Primavera,

grande mestre, pintor maior,

música divina nos ribeiros,

nos regatos, água em abundância,

rebento de flores diversas,

molhinho de poejos, quanta fragrância,

 

 

essa ideia, essa imagem

outros cheiros, colorido tão intenso,

quando lembro, assim o penso,

 

 

na caminhada que faço,

quando vejo, quando passo,

miríades delas,

débeis, temporãmente, tão belas,

Oxalidaceae ou azedas,

caule sumarento, tão amargo,

bem compostas,

amarelas... Sherpas!!!...

 

 

 

publicado por sherpas às 10:46
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